Essa comunidade é o reduto das pessoas interessadas nessas duas especialidades da ciência criminal, que até então não tinham como discutir, trocar informações e novidades sobre a criminologia e psicologia forense.

Postagem em destaque

Serial Killers - Parte XI - Mitos Sobre Serial Killers Parte 6

#6: ELES SÃO TODOS BRANCOS Contrariando o mito popular, nem todos os serial killers são brancos. Serial killers existem em todos os gr...

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

EM FOCO: Daniel Cravinhos, ex de Suzane von Richthofen, deixa a cadeia

Condenado a 39 anos de prisão pela morte do casal Manfred e Marisa von Richthofen, em 2002, ele progrediu para o regime aberto

AGLIBERTO LIMA/ESTADÃO CONTEÚDO/2002

Condenado a 39 anos de prisão pela morte do casal Manfred e Marisa von Richthofen, em 2002, Daniel Cravinhos deixou a Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, na terça-feira (16/1) para cumprir o restante da pena em liberdade. É o segundo dos irmãos Cravinhos a progredir para o regime aberto — Christian, condenado pelo mesmo crime, está em liberdade desde agosto de 2017.

À época do crime, Daniel era namorado da filha do casal, Suzane von Richthofen, também acusada pela morte dos pais. Ela cumpre pena em regime semiaberto, mas já teve laudo favorável para deixar a prisão.

A saída de Daniel Cravinhos para o regime aberto foi autorizada pela Vara de Execuções Criminais de Taubaté, atendendo a um pedido da defesa. A alegação é de cumprimento do tempo legal de prisão nos regimes fechado e semiaberto, sem incorrer em falta grave e com registro de bom comportamento. Ele cumpriu 16 anos de prisão e ganhou direito a outros dois anos de desconto na pena por ter trabalhado na penitenciária.

Além disso, um laudo atestou que o condenado está em condições de viver em sociedade. A saída de Daniel Cravinhos foi confirmada pela administração da penitenciária.

Suzane

A Justiça ainda deve julgar o pedido da Defensoria Pública de Taubaté, que atende Suzane, para que ela seja colocada em liberdade. Conforme a Defensoria, a condenada já cumpriu o tempo previsto para permanecer na prisão e tem direito a um período de remissão por ter trabalhado na penitenciária. No início deste ano, um laudo criminológico encomendado pelo Ministério Público atestou que a condenada tem condições de voltar a viver em sociedade.

Fonte: G1/ Uol Notícias/Metropoles

Reações:

0 comentários:

Postar um comentário