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Serial Killers - Parte XI - Mitos Sobre Serial Killers Parte 6

#6: ELES SÃO TODOS BRANCOS Contrariando o mito popular, nem todos os serial killers são brancos. Serial killers existem em todos os gr...

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Crimes da semana- 10/02/2017 - 17/02/2017


- 16/02/2017

Bebê vítima de ritual com agulhas tem alta após 2 meses internado em MT
Os cinco envolvidos negaram participação no caso, segundo a polícia.
Criança está sob os cuidados da avó materna, que tem a guarda dela.

A bebê de 4 meses, vítima de maus-tratos durante um ritual religioso autorizado pelos pais, teve alta médica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica da Santa Casa de Rondonópolis, a 218 km da capital. A informação foi divulgada pelo hospital nesta quinta-feira (16). De acordo com o Conselho Tutelar, a menina está sob os cuidados da avó materna, que tem a guarda da criança. O bebê estava internado desde o dia 13 de dezembro de 2016.

A menina, na época com três meses de vida, teve três agulhas de metal introduzidas na cabeça e uma quarta agulha colocada no abdômen durante o ritual na cidade de São Pedro da Cipa, a 149 km de Cuiabá.

A criança saiu do hospital ainda com duas agulhas na cabeça e parte de uma agulha no abdômen. A Santa Casa ainda não divulgou detalhes sobre o estado de saúde da criança nas condições de receber a alta e nem como será o acompanhamento dela nos próximos meses.

O caso
O Conselho Tutelar recebeu denúncia da equipe médica do Hospital Municipal de Jaciara, sobre suspeita de maus-tratos contra uma menina que deu entrada na unidade. O bebê chorava muito e apresentando hematomas no couro cabeludo.

No relatório médico da paciente constava ainda que, duas semanas antes, a vítima já havia estado no mesmo hospital apresentando cortes nos pés. O bebê, na ocasião com três meses, teve as agulhas inseridas na região do tórax e na cabeça.

No começo deste mês, cinco pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil de Mato Grosso por suspeita de tentativa de homicídio contra a criança. São suspeitos de participarem do ritual: a mãe da bebê, que é adolescente de 17 anos, Wellinton de Jesus Costa, de 28 anos (pai da criança),Iraci Queiroz dos Santos, de 42 anos (suspeita de conduzir o ritual e colocar as agulhas), Débora Queiroz dos Santos (filha de Iraci), e Ricardo César dos Santos (genro de Iraci). Todos os envolvidos negaram participação no procedimento.

O pai da criança é suspeito de receber R$ 250 para submeter a filha ao ritual. Durante a investigação eles apenas relataram que estavam 'entregando a criança para Deus'. Wellinton e Ricardo estão presos desde a ocasião na Cadeia Pública de Jaciara, a 148 km de Cuiabá. Já Iraci e a filha estão na unidade feminina em Rondonópolis. A mãe da bebê está internada em uma unidade para menores infratores de Cuiabá.
Fonte: Do G1 MT


Tio é preso e diz ter matado vigilante de posto de saúde após contrair HIV
Suspeito de 39 anos alegou ter sido infectado pela sobrinha, afirma polícia.
Ele era foragido e se entregou em Guarulhos; homem matou sogro em 2007.

Raquel Nascimento foi baleada em centro de saúde no São Domingos (Foto: Reprodução/ EPTV)
A Polícia Civil de Campinas apresentou nesta quinta-feira (16) o assassino da vigilante Raquel Nascimento, de 32 anos, morta a tiros no estacionamento do Centro de Saúde São Domingos no dia 23 de janeiro deste ano. O suspeito, de 39 anos, é tio da vítima. Ele alegou à polícia que se relacionava com a sobrinha e que decidiu matá-la por ter contraído o vírus HIV.

O homem era foragido da Justiça; ele cumpria pena no regime semiaberto pelo homicídio do sogro, em 2007, e fugiu durante o período de trabalho para matar a sobrinha.

Ele foi preso na última terça-feira (14) em Guarulhos (SP) após se entregar à Polícia Militar. Antes, ele havia ligado para uma irmã, confessou o crime e foi convencido a se entregar. 

De acordo com Rui Pegolo, delegado titular do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa de Campinas, Carvalho alegou que fez um teste de HIV e deu positivo. O suspeito afirmou que desde 2007 não mantinha relações sexuais com ninguém e que só voltou a se relacionar com a sobrinha. Ele acusa a vítima de o ter contaminado.

Pegolo informou que será solicitado o exame para confirmar se Carvalho possui o vírus da Aids, mas descartou exumar o corpo da vigilante. O suspeito será indiciado por homicídio triplamente qualificado e feminicídio.

O crime
Uma testemunha contou à EPTV, afiliada da TV Globo, que o autor dos disparos chegou ao local do crime de moto e discutiu com Raquel. A irmã da vítima, Rute Nascimento, contou que a vigilante não estava se relacionando com ninguém.

"Não tava envolvida, mas tinha uma pessoa que vivia dando em cima dela, mas que ela não queria nada com ele. [...] É muito triste, né. Ela tinha cinco filhos, era esforçada, trabalhava bastante, cuidando dos filhos sozinha para chegarem e fazerem isso com ela?", afirmou a testemunha.
Fonte: Do G1 Campinas e Região



- 15/02/2017


Mulher suspeita de participar da morte do irmão de Kim Jong-un é presa
Mulher com passaporte vietnamita foi detida no aeroporto internacional de Kuala Lumpur.

Imagem mostra uma das suspeitas da morte de homem que seria o irmão de Kim Jong-il (Foto: Reprodução)
A polícia da Malásia anunciou nesta quarta-feira (15) ter detido uma mulher suspeita de ter participado do assassinato do meio-irmão do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-um.

Ela portava um passaporte vietnamita e foi detida no aeroporto internacional de Kuala Lumpur, declarou o chefe da polícia deste país do sudeste asiático, Khalid Abu Bakar, de acordo com a France Presse.

Mais cedo, foi divulgada a imagem de uma das duas mulheres suspeitas de assassinar o norte-coreano. As câmeras de segurança do Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur mostram uma mulher com feições asiáticas, pele clara e cabelo comprido que vestia uma camisa branca e uma saia azul, antes de entrar em um táxi.

Segundo as autoridades, a mulher da foto é uma das duas que teriam atacado a vítima na saída do aeroporto, pulverizando em seu rosto um produto químico, embora alguns veículos de imprensa afirmaram que lhe injetaram um veneno.

O homem que foi morto foi identificado como Kim Chol, mas seria, na verdade, Kim Jong-nam, irmão mais velho de Kim Jong-un. Fontes confirmaram o parentesco da vítima com o líder norte-coreano à imprensa.

Enquanto isso, o corpo da vítima foi transferido nesta manhã em uma ambulância escoltada por várias viaturas da polícia até o Hospital Geral de Kuala Lumpur, onde legistas determinarão a causa da morte e sua identidade, segundo o jornal local "The Star".

Pelo menos três carros pertencentes à embaixada da Coreia do Norte no país estão estacionados no hospital.

O inspetor geral da polícia da Malásia, Khalid Abu Bakar, disse que, segundo a documentação encontrada, a vítima se chama Kim Chol e nasceu em Pyongyang, em junho de 1970.

Ele morreu na segunda-feira enquanto era levado para um hospital de Putrajaya, capital administrativa do país, após passar mal e antes de embarcar em um avião com destino a Macau.

O primeiro-ministro sul-coreano e presidente interino, Hwang Kyo-ahn, classificou a morte de "brutal e desumana", durante seu discurso em reunião de emergência convocada nesta quarta-feira (15) pelo Executivo.

O porta-voz do Ministério da Unificação da Coreia do Sul, Jeong Joon-hee, afirmou, por sua vez, que Seul está convencido que a vítima é o irmão mais velho do líder norte-coreano.

Kim Jong-nam, de 45 anos, chegou a ser considerado favorito para substituir a seu pai até cair em desgraça. Desde então, acredita-se que residia principalmente entre Hong Kong, Macau e Pequim, sem ocupar nenhum cargo oficial no regime norte-coreano.

O primogênito do antigo ditador perdeu definitivamente a preferência do pai quando, em 2001, foi detido em um aeroporto de Tóquio com um passaporte dominicano falso que pretendia usar para entrar no Japão e supostamente visitar o parque Disneylândia.

Fruto do casamento entre o ditador e a primeira esposa, a atriz Song Hye-rim, Kim Jong-nam atraiu a atenção nos últimos anos com suas críticas contra as políticas do regime norte-coreano e seu sistema de sucessão, expressadas através de sua correspondência com um jornalista japonês.
Fonte: G1.com


Suspeito de matar mulher com facada é apreendido; vídeo mostra ação
Outro jovem foi apreendido e homem foi preso por ajudarem na fuga.
Homicídio aconteceu na tarde de terça-feira (14), na Zona Sul de Macapá.

Um jovem de 17 anos foi apreendido pela polícia suspeito de ter desferido uma facada que matou uma mulher de 26 anos na tarde de terça-feira (14), durante um assalto frustrado no bairro Jardim Marco Zero, Zona Sul de Macapá. Um vídeo obtido pelo Bom Dia Amazônia, da Rede Amazônica, mostra como aconteceu a tentativa de roubo e homicídio (confira no vídeo acima).


Além do jovem de 17 anos, a polícia apreendeu um adolescente de 15 anos, que teria dado fuga ao autor das facadas. Eles são suspeitos de cometerem outros roubos na Zona Sul. A PM prendeu um homem de 41 anos, dono da casa onde foram encontrados os jovens no bairro Congós; ele estaria ajudando a escondê-los.
Mulher, de 26 anos, levou facada no peito e morreu no local do crime (Foto: Jorge Abreu/G1)
No vídeo, gravado por uma câmera de segurança, aparece somente o jovem de 17 anos abordando as vítimas. Não aparece nas imagens o momento que ele desfere o golpe de faca, apenas ele fugindo sem levar nada das vítimas. O adolescente de 15 anos estaria também no local, fora do alcance da câmera, aguardando para dar fuga em uma bicicleta.

A mulher que morreu foi identificada como Bruna Danielle Castro Pastana, de 26 anos. Ela estava na Avenida Terra, acompanhada pela mãe, de 50 anos. As duas haviam saído de casa para rematricular o filho da vítima na escola. A dupla exigiu a bolsa que estava com Bruna, que se assustou e gritou, momento que o jovem a esfaqueou e saiu sem levar nada.

“Ela ia passar a bolsa para eles, mas, mesmo assim, eles furaram ela. Minha filha ficou agonizando no chão. Eles fugiram na bicicleta. Eu cheguei ainda a pedir socorro, mas não teve mais jeito. Foi tudo muito rápido”, disse a mãe de Bruna, que não quis ser identificada.

Segundo testemunhas, os jovens fugiram para área de ponte na fronteira entre os bairros Jardim Marco Zero e Congós. Buscas foram realizadas e por volta das 21h os três suspeitos foram localizados pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) na 12ª avenida do Congós.
FONTE: Fabiana Figueiredo- Do G1 AP, com informações da Rede Amazônica no Amapá


Pastor condenado por homicídio em SP é preso em Joinville, SC
Ao ser abordado, ele apresentou documentos de um irmão que morreu. 
Polícia chegou a ele depois de uma denúncia anônima.

Um pastor da igreja Assembleia de Deus, de 44 anos, foi preso por volta das 20h de terça-feira (14) no bairro Bucarein em Joinville, no Norte de Santa Catarina. Contra ele, havia um mandado de prisão por homicídio qualificado expedido pelo estado de São Paulo.

Ele é condenado a 14 anos de prisão, segundo a Polícia Militar. Ao ser abordado, o pastor apresentou os documentos de um irmão dele que já morreu. Ele foi encaminhado para a Central de Polícia do município.

Conforme a PM, os policiais chegaram a ele porque uma denúncia anônima informou que o pastor usava documentos de outra pessoa.

Segundo a PM, o homicídio foi cometido no município de São Vicente (SP). Outros detalhes não foram informados pela corporação.

O G1 tentou contato com a igreja onde ele é pastor, mas não teve resposta.
Fonte: G1/SC


- 14/02/2017

Juiz de Idaho, nos EUA, condena estuprador de menor ao celibato
O americano Cody Duane Herrera, de 19 anos, está terminantemente proibido de fazer sexo, a não ser que se case — aí poderá fazer sexo com sua mulher. A proibição veio com sua condenação por estuprar, quando tinha 17 anos, uma menina três anos mais nova (que dizia ter 16). O crime prevê pena de 5 a 15 anos de prisão, com possibilidade de sursis (ou suspensão condicional da pena).

O juiz Randy Stoker concedeu o sursis com a condição de que Herrera não faça sexo pelo tempo da suspensão condicional da pena e participe de um programa de reabilitação.

Em Idaho, o juiz tem três opções para certos casos criminais. Duas delas são comuns em todo o país: o juiz pode aplicar a pena prevista no Código de Sentenças ou decidir pela suspensão condicional da pena (estabelecendo as condições). A terceira é exclusiva de Idaho: o juiz pode colocar o réu no programa “Rider”, que é uma fase intermediária entre a cadeia e o sursis, para obrigá-lo a se reabilitar.

O programa dura 365 dias. É um programa socioeducativo que, se o réu cumprir “com sucesso” nesse prazo, lhe dá o direito de passar para o regime de suspensão condicional da pena. No caso de Herrera, ele também terá de adotar o celibato até que o casamento o “liberte”. Se não cumprir essas duas condições, irá para a cadeia.

Na verdade, a ameaça de prisão é mais ampla. Um réu em regime de suspensão condicional da pena ou em liberdade condicional não pode cometer crime algum. Se o fizer, a pena de prisão é aplicada automaticamente. E Idaho, em particular, tem ainda a Lei da Fornicação, que será quebrada se Herrera fizer sexo fora do casamento.

A fornicação é definida pela norma como a relação sexual entre duas pessoas não casadas (provavelmente não casadas entre si, em oposição a serem simplesmente solteiras que, em inglês, seria “single”). A lei estabelece:

“Qualquer pessoa não casada, que mantiver intercurso sexual com uma pessoa não casada do sexo oposto, deve ser considerada culpada de fornicação e, se for condenada, deve ser punida com uma multa de não mais de US$ 300 ou por prisão, por não mais de seis meses ou por multa e prisão; fica estabelecido que a sentença imposta ou qualquer parte dela pode ser suspensa, com ou sem sursis, a critério do juiz”.

Ou seja, se Herrera for descoberto fazendo sexo com uma mulher, seu destino será a prisão. Como a lei é explícita ao falar de "sexo oposto", fica a dúvida se ele também poderá ser enquadrado por fornicar se tiver relações com outro homem.

E, nesse tempo de programa “Rider”, o réu não fica sob a custódia do Departamento de Correções do estado. Fica sob a custódia da Justiça, até que o juiz declare o seu “sucesso” no programa de reabilitação e, depois, em todo o período de suspensão da pena.

Além disso, seu nome não vai para a lista oficial de “predadores sexuais”. Isso é uma enorme vantagem porque, nos EUA, as pessoas assim rotuladas sofrem uma série de restrições, que dificultam, entre outras coisas, escolher um lugar para morar (sempre à determinada distância de qualquer escola) e de conseguir trabalho – além de seu retrato aparecer em sites e folhetos dedicados a eles.

Estupro em casa
O rapaz e a vítima mantinham um namoro proibido pela mãe dela. No dia do estupro, eles combinaram que Herrera entraria na casa pela janela do quarto dela e os dois iriam assistir um filme. Durante o filme, Herrera a estuprou, segundo o depoimento da menina à polícia.

Ela disse aos investigadores que Herrera não parou quando ela pediu e apenas chorou durante o estupro, segundo os jornais New York Time, Washington Post e o site Magic Valley, de Idaho.

Herrera confessou, em acordo com a Promotoria, em troca de benevolências da Justiça. Mais que isso: contou vantagem. Disse aos investigadores que já tinha em seu caderno os nomes de 34 mulheres, com as quais teve relações sexuais.

Os investigadores e promotores usaram a história de Herrera, que impressionou o juiz: “Eu nunca vi tal nível de atividade sexual em uma pessoa de 19 anos”, ele disse, segundo o Times-News. Por isso, ele achou que lhe deveria aplicar um corretivo.

Todos os juristas e professores de Direito consultados pelos jornais concordaram que Herrera poderia recorrer ao tribunal de recursos, pedindo para anular a condenação ao celibato e para declarar inconstitucional a Lei da Fornicação.

Seria uma vitória relativamente fácil, eles avaliam. Mas, se o tribunal de recursos ficar do lado de Herrera, enviará o processo de volta ao primeiro grau para o juiz reformar sua sentença. Nesse caso, juiz poderá simplesmente dizer: “OK, a nova sentença é: você vai para a prisão”.
Fonte: Revista Consultor Jurídico
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