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Serial Killers - Parte XI - Mitos Sobre Serial Killers Parte 6

#6: ELES SÃO TODOS BRANCOS Contrariando o mito popular, nem todos os serial killers são brancos. Serial killers existem em todos os gr...

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Caso da Semana: Jack, o Estripador Parte II

Liz Stride e Katherine Eddwoves (30/09/1888)


A primeira vítima encontrada naquela noite foi uma prostituta conhecida como "Long Liz".  Nascida na Suécia em 27 de novembro de 1843 e morta em 30 de setembro de 1888, um domingo. O corpo de Stride foi descoberto próximo à 1:00 da madrugada, no chão da Dutfield's Yard, na Berner Street (hoje Henriques Street), em Whitechapel. 


Nome: Elizabeth Stride, conhecida como "Long Liz"

Idade: 44 anos

Ocupação: Prostituta

Local: Dutfield's Yard, Whitechapel, Londres.

Causa da Morte: Lesão na garganta

Instrumento: Perfurocortante

Histórico: Uma testemunha teria ouvido um grito no local da ocorrência, mas se evadiu. O assassino aparentemente não teve tempo de completar a mutilação.


Havia uma incisão direta no pescoço; a causa da morte foi perda excessiva de sangue, a partir da artéria principal no lado esquerdo. O corte nos tecidos do lado direito foi mais superficial, estreitando-se próximo à mandíbula direita. A ausência de mutilações no abdômen lançaram incerteza sobre a identidade do assassino, além de sugerir que ele pudesse ter sido interrompido durante o ataque. Pode ser que ele tenha se assustado e fugido ao ouvir o cavalo de Dean Schuitz, que acabou encontrando o corpo da vítima.

A poucos metros do local, uma mensagem escrita em um muro chamou a atenção da polícia:
" Os judeus não serão culpados sem motivos".  Embaixo, um pedaço de avental sujo de sangue de Eddwoves. A polícia acredita que as palavras foram escritas pelo assassino.

Com sede de sangue, Jack - O Estripador cruza o território da Scotland Yard e vai para o oeste e comete o seu mais audacioso crime até então. O segundo crime da noite foi o da postituta Katherine Eddwoves.

Katherine Eddowes (usava os nomes “Kate Conway” e “Mary Ann Kelly”, com os sobrenomes tirados de seus dois ex-maridos, Thomas Conway e John Kelly), nascida em 14 de abril de 1842. Seu corpo foi encontrado na Mitre Square, na Cidade de Londres. A garganta, assim como nos dois primeiros casos, foi aberta por dois cortes, e o abdômen aberto por um corte longo, profundo e irregular. O rim esquerdo e grande parte do útero foram removidos. A mídia e moradores de Londres se referiram ao episódio como "evento duplo" (The Double Event).

Idade: 46 anos

Ocupação: Prostituta

Local: Mitre Square, Whitechapel, Londres.

Causa da Morte: Estrangulamento, Lesão na garganta, abdômen, órgãos internos e face.

Instrumento: Perfurocortante

Histórico: Foi vista pela última vez na entrada de um bar na companhia de um homem baixo, de bigode e que usava jaqueta colorida.




Depois do duplo assassinato da noite, começou uma verdadeira caçada à Jack. Henry Smith, comissário da polícia de Londres pôs homens no caso.Não queria ser chamado de incompetente como seu parceiro Charles Warren.

Comissário Henry Smith
General Sir Chalers Warren
A sociedade Victoriana no geral achava que essas mulheres (prostitutas) mereciam o que recebiam. Porém, após a morte de Katherine Eddwoves as mulheres do Oeste ficaram com medo pois o estripador era imprevisível. 15 mil guardas foram colocados nas ruas, e mais de 150 trabalhavam disfarçados; mas infelizmente a investigação era feita de maneira separada, a polícia do lado oeste de Londres, não trocava informações com a Scotland Yard (que investigava os assassinatos de Whitechapel).

Mais Cartas

O cartão-postal do “Insolente Jack” , carimbado e recebido em 1 de outubro de 1888 pela Agência Central de Notícias, tinha um estilo similiar à carta “Caro Chefe”. Ele menciona que duas das vítimas – Stride e Eddowes – foram assassinadas num intervalo de poucas horas: “evento duplo desta vez”. Foi discutido que a carta teria sido mandada antes da divulgação dos assassinatos, fazendo pouco provável a hipótese de que um farsante teria tais conhecimentos do crime (embora ela tenha sido carimbada pelo correio mais de 24 horas depois do ocorrido, bem depois de os detalhes já serem conhecidos pelos jornalistas e moradores da área). Os oficiais de polícia afirmaram depois ter identificado o jornalista que foi o autor tanto desta quanto da carta anterior. 

Em 15 de Outubro de 1888, George Lusk, chefe do comitê de vigilância de Whitechapel recebeu uma carta. No remetente estava escrito: "Do inferno". A gramática era claramente irlandesa e o envelope continha partes de um rim humano.

A Carta continha manchas de sangue humano

" Senhor Lusk,
envio a você metade do rim que tirei de 1 mulher, a outra metade fritei e comi. Estava muito bom. Talvez até mande a faca que usei se você esperar mais um pouco.
Pegue-me quando puder Sr. Lusk!"

Algumas fontes citam outra carta, datada de 17 de setembro de 1888 como a primeira mensagem a usar o nome de Jack o Estripador. Especialistas acreditam que esta é uma falsificação atual inserida nos arquivos da polícia muito tempo depois dos assassinatos ocorrerem. Eles notaram que a carta não traz nem o selo oficial da polícia, que confirmaria a data em que ela foi recebida, nem as iniciais do investigador que a teria examinado se aquela fosse mesmo uma evidência em potencial; ela também não é mencionada em nenhum documento oficial da época, e algumas das pessoas que tiveram a carta em mãos afirmam que ela foi escrita com uma caneta esferográfica, que só seria inventanda pelo menos cinquenta anos depois dos crimes do Estripador.


                         Mary Kelly (09/11/1888)

Mary Jane Kelly (passou a usar o nome “Marie Jeanette Kelly” depois de uma viagem a Paris; apelido: Ginger), supostamente nascida na Irlanda em 1863 e morta em 9 de novembro de 1888, uma sexta-feira. O corpo terrivelmente mutilado de Kelly foi descoberto pouco depois das 10:45 da manhã, deitado na cama do quarto onde ela vivia na Dorset Street, em Spitalfields. A garganta foi cortada até a coluna vertebral, e o abdômen quase esvaziado de seus órgãos. O coração também foi retirado.

Um ex-namorado de Mary Kelly foi chamado para identificar o corpo: 

"Morei com a falecida por 3 meses. Meu nome é Joseph Barnett e vi o corpo, a identifiquei pelas orelhas e olhos".

Na foto, o corpo de Mary Kelly
Idade: 25 anos

Ocupação: Prostituta

Local: Miler's Court, Whitechapel, Londres.

Causa da Morte: Estrangulamento e Multilação

Instrumento: Perfurocortante

Histórico: Encontrada em dormitório de cortiço. Mais de 100 pedaços do corpo foram recolhidos no local e encaminhados para a autópsia.

Foto do quarto onde Mary Kelly foi encontrada morta, tirada por um fotógrafo da polícia. O prédio foi demolido em 1928.

A esta altura a polícia estava confusa pro não saber lidar com assassinatos em série e por conta da pressão vinda não só da população como também do Palácio real. Mas do nada os crimes cessaram, e até hoje 123 anos depois, a polícia, pesquisadores, estudiosos tentam descobrir a identidade do assassino mais famosos de todos os tempos. o que teria acontecido à Jack? Mudou de cidade? Foi preso? Morreu? Parou de matar? Nunca saberemos. A polícia continuou a investigação pelos 4 anos seguintes até encerrar o caso, em meados de 1892.


Mídia

Capa da edição de 21 de setembro de 1888 da revista Puck, apresentando a versão do cartunista Tom Merry de Jack o Estripador.

Alguns acreditam que o apelido do assassino foi inventado por jornaleiros, na esperança de que uma história mais interessante aumentasse suas vendas. A prática tornar-se-ia um costume ao redor do mundo, com inúmeros criminosos apelidados e tornados famosos pela imprensa.

Mas os assassinatos do Estripador marcaram uma etapa importante na vida moderna britânica. Embora não tenha sido o primeiro assassino em série, Jack o Estripador foi o primeiro a criar um frenesi mundial da mídia em torno de seus crimes. O surgimento em massa de jornais baratos na Inglaterra a partir de 1855 fez do Estripador o beneficiário de uma publicidade até então sem precedentes. Isto, combinado ao fato de ninguém ter sido acusado formalmente pelos assassinatos, criou uma mitologia investigativa que eclipsaria completamente outros criminosos do tipo que surgiram mais tarde.

Os miseráveis do East End eram há muito ignorados pela influente sociedade, mas a natureza dos crimes e de suas vítimas forçosamente chamou atenção para as condições em que viviam. Esta atenção significou que os reformistas sociais da época finalmente puderam ser ouvidos pelas classes altas, convencendo-as de que algo deveria ser feito para ajudar os pobres. Uma carta de George Bernard Shaw para o Star trazia comentários sarcásticos sobre o interesse repentino da imprensa pelo assunto:

"Enquanto nós Democratas Sociais perdemos nosso tempo com educação, agitação e organização, algum gênio independente tomou a questão em suas próprias mãos, e simplesmente por matar e esquartejar quatro mulheres, converteu a imprensa capitalista numa espécime inepta de comunista."















Caso da Semana: Jack, o Estripador Parte I


Jack, o Estripador (em inglês: Jack the Ripper) foi o pseudônimo dado a um assassino em série não-identificado que agiu no distrito de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta, enviada à Agência Central de Notícias de Londres por alguém que se dizia o criminoso.

Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Duas delas tiveram a garganta cortada e o corpo mutilado. Teorias sugerem que, para não provocar barulho, as vítimas eram primeiro estranguladas, o que talvez explique a falta de sangue nos locais dos crimes. A remoção de órgãos internos de três vítimas levou oficiais da época a acreditarem que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirúrgicos.

Os jornais, cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época,deram ampla cobertura ao caso, devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do criminoso — que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.
                        Caricatura de Jack o Estripador publicada na revista Punch, setembro de 1888

Devido ao mistério em torno do assassino nunca ter sido desvendado, as lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de pesquisas históricas genuínas, teorias conspiratórias e folclores duvidosos. Diversos autores, historiadores e detetives amadores apresentaram hipóteses acerca da identidade do assassino e de suas vítimas.

Antecedentes

Em meados do século XIX, a Inglaterra experimentou um rápido influxo de imigrantes irlandeses, que incharam a população de desfavorecidos tanto no interior quanto nas principais cidades inglesas. A partir de 1882, refugiados judeus, escapando dos pogroms da Rússia czarista e do leste europeu, aumentaram ainda mais os índices de superpopulação, desemprego e falta de moradia. Londres, particularmente nas regiões do East End e Whitechapel, tornou-se cada vez mais sobrecarregada, resultando no desenvolvimento de uma imensa sub-classe econômica. Esta situação de pobreza endêmica levou várias mulheres à prostituição. Em outubro de 1888, a Polícia Metropolitana de Londres estimou a existência de 1.200 prostitutas de "classe muito baixa" vivendo em Whitechapel e em aproximadamente 62 bordéis. Os problemas econômicos vieram acompanhados por uma elevação contínua das tensões sociais. Entre 1886 e 1889, manifestações de famintos e desempregados eram uma constante rotina nas ruas londrinas.

Os assassinatos geralmente atribuídos a Jack o Estripador ocorreram na metade final de 1888, apesar da série de mortes brutais em Whitechapel persistirem até 1891. Parte dos assassinatos envolveram atos extremamente pavorosos, como mutilação e evisceração, narrados em detalhes pela mídia. Rumores de que os crimes poderiam estar conectados intensificaram-se em setembro e outubro, quando diversos órgãos de imprensa e a Scotland Yard receberam uma série de cartas perturbadoras de um remetente ou vários, assumindo responsabilidade por todos ou alguns dos assassinatos. Uma carta em particular, recebida por George Lusk do Comitê de Vigilância de Withechapel, incluía metade de um rim humano preservado. Principalmente devido à natureza excessivamente brutal dos crimes e a cobertura midiática dos eventos, o público passou a crer cada vez mais em um único assassino em série a aterrorizar os moradores de Whitechapel, apelidado de "Jack o Estripador" após a assinatura de um cartão-postal recebido pela Agência Central de Notícias. Apesar de as investigações não terem sido capazes de conectar as mortes posteriores aos assassinatos de 1888, a lenda de Jack o Estripador já havia se consolidado.


Vítimas conhecidas

Os arquivos da Polícia Metropolitana mostram que a investigação teve início em 1888, eventualmente abrangendo onze assassinatos ocorridos entre 3 de abril de 1888 e 13 de fevereiro de 1891. Além destes, escritores e historiadores conectaram pelo menos sete outros assassinatos e ataques violentos a Jack o Estripador. Entre as onze mortes investigadas ativamente pela polícia, chegou-se a um consenso de que cinco foram praticadas por um único criminoso, vítimas que são conjuntamente chamadas de "cinco canônicas":

Mary Ann Nichols ( 31 de Agosto de 1888)


Alcunha: Mary Ann Walker; apelido: Polly

Idade: 43 anos

Ocupação: Prostituta
Local: Buck's Row, Whitechapel, Londres.

Causa da Morte: Estrangulamento, Lesões na garganta, abdômen e face

Instrumento: Perfurocortante

Histórico: A vítima perambulava pela região da ocorrência na tentativa de obter dinheiro para custear pernoite em albergue.

Nome de solteira: Mary Ann Walker, nascida em 26 de agosto de 1845 e morta em 31 de agosto de 1888, uma sexta-feira. O corpo de Nichols foi descoberto aproximadamente às 3:40 da madrugada no terreno em frente à entrada de um estábulo em Buck's Row (hoje Durward Street). Sua garganta sofreu dois cortes profundos, e a parte posterior do abdômen foi parcialmente arrancada por um golpe intenso e irregular. Havia também diversas incisões pelo abdômen, e três ou quatro cortes similares no lado direito causadas pela mesma faca. Nichols foi descrita como tendo uma aparência bem mais jovem do que seus 43 anos sugeriam.

" Querido pai, escrevo para dizer que ficará feliz em saber que já estou morando na casa nova e que tudo ficará bem. As pessoas são ótimas e quase não tenho o que fazer. Espero que o Sr. esteja bem e o garoto trabalhando. Adeus sua querida Polly. escreva-me logo para dizer como está." - Carta de Mary Ann Nichols para seu pai.

No dia do seu assassinato ela tinha atendido três clientes, mas gasto todo o seu dinheiro com gim. Ao voltar para a pensão para dormir, não tinha dinheiro para pagar o quarto e foi barrada pelo dono do estabelecimento. Teve que voltar para as ruas em busca de um quarto cliente. Estava confiante pois estava linda, o motivo; o novo chapéu que usava.

Este fora o segundo crime com as mesmas características ocorrido no bairro de Whitechapel. 16 dias antes, uma prostituta chamada Marta Traban fora encontrada com a garganta cortada e tinha um corte profundo no abdômen. Muitos especialistas  acreditam que este teria sido o primeiro crime de Jack, O Estripador. Até hoje, há uma controvérsia sobre qual desses dois crimes teria sido o primeiro crime de Jack.

Marta Traban (07/08/1888)


Alcunha: Emma Turner

Idade: 39 anos

Ocupação: Prostituta
Local: George Yard Buildings, Whitechapel, Londres.

Causa da Morte: Lesões no abdômen e órgãos internos

Instrumento: Contundente e Perfurocortante

Histórico: A vítima perambulava pela região da ocorrência na tentativa de obter dinheiro para custear pernoite e alimentação. Não há consenso entre os historiadores sobre a atribuição dessa morte à Jack, O estripador.


Annie Chapman (18/09/1888)



Nome: Eliza Ann Smith; apelido: Dark Annie, 

Idade: 47 anos

Ocupação: Prostituta
Local: Hanbury Street, Whitechapel, Londres.

Causa da Morte: Sufocamento, Lesões no pescoço, abdômen e genitais

Instrumento: Perfurocortante

Histórico: Questionada sobre quando pagaria o quarto para a pernoite, respondeu: "Volto Logo" com o dinheiro. O corpo foi encontrado a 300 metros do cortiço onde  costumava passar a noite.

Nascida em setembro de 1841 e morta em 8 de setembro de 1888, um sábado. O corpo de Chapman foi descoberto aproximadamente às 6:00 da manhã no quintal de uma casa em Hanbury Street, Spitafields. Assim como Mary Ann, sua garganta foi aberta por dois cortes, um mais profundo que o outro. O abdômen foi completamente aberto, e o útero, removido.


Investigação

Os arquivos policiais sobre os assassinatos em Whitechapel fornecem uma visão detalhada dos procedimentos investigativos da era vitoriana. Uma ampla equipe de policiais conduziu investigações casa-a-casa, listas de suspeitos foram formuladas, e muitos deles interrogados, e material forense coletado e examinado. Uma leitura detalhada da investigação demonstra o processo básico de identificar suspeitos, rastreá-los e decidir a necessidade de examinar seus passos ou riscá-los da lista. Este continua sendo o padrão da maioria das investigações atualmente.

A investigação foi inicialmente conduzida pela Whitechapel (H) Division C.I.D., chefiada pelo Inspetor-Detetive Edmund Reid. Depois do assassinato de Nichols, os Inspetores-Detetives Frederick Abberline, Henry Moore e Walter Andrews foram designados pelo Escritório Central da Scotland Yard para acompanharem as investigações. Após o assassinato de Eddowes, que ocorreu nos limites da Cidade de Londres, a Polícia Metropolitana sob a chefia do Inspetor-Detetive James McWilliam também foi engajada no caso.

As prostituas locais descreviam um homem que as ameaçavam: " Ele é baixo, mas forte. Tem os cabelos e o bigode pretos, e o pescoço fino. Veste uma capa com um avental de couro. Ele balança uma faca e diz: Vou cortar você!

Baseando-se  nessas informações a polícia prendeu como principal suspeito um pobre poloneu-judeu que morava em Whitechapel. Logo a imprensa o apelidou de "O Avental de Couro". Mas como não haviam provas para incriminá-lo pelos crimes, foi solto. Em seguida, a polícia passou a se concentrar em médicos e cirurgiões. estudantes de medicina desequilibrados foram investigados, e qualquer um que que fosse médico e carregasse uma maleta era considerado suspeito.

Durante o curso dos assassinatos, a polícia e os jornais receberam centenas de cartas sobre o caso. Algumas eram de pessoas bem-intencionadas oferecendo informações para a captura do criminoso; a maioria delas, entretanto, foram consideradas inúteis, e posteriormente ignoradas.

Talvez o mais interessante foram as diversas mensagens que conclamavam terem sido escritas pelo assassino (o apelido “Jack, o Estripador” foi cunhado a partir de uma dessas mensagens); a grande maioria não passava de falsificações. Muitos especialistas afirmam que nenhuma delas era verdadeira, mas entre as citadas como provavelmente genuínas, tanto por autoridades da época quanto atuais, três em particular se destacam:

-> A carta ao “Caro Chefe”, datada de 25 de setembro. Carimbada pelo correio e recebida em 27 de setembro de 1888 pela Agência Central de Notícias, foi encaminhada à Scotland Yard em 29 de setembro. Inicialmente foi considerada uma farsa, mas quando o corpo de Eddowes foi encontrado com um ferimento na orelha, a promessa da carta de “arrancar as orelhas das senhoritas” ganhou notoriedade. A polícia publicou-a em 1 de outubro esperando que alguém reconhecesse a grafia, não obtendo resultados. O nome “Jack o Estripador” foi usado pela primeira vez nesta mensagem, tornando-se conhecido mundialmente depois de sua publicação. A maioria das cartas seguintes copiavam o tom desta. Após o fim dos assassinatos, os oficiais de polícia afirmaram que a carta era uma falsificação feita por um jornalista local.

" Querido Patrão,
Ouvi dizer que a polícia me agarrou mas não me prendeu. a brincadeira sobre o Avental de Couro soou muito bem. Tenho nojo de prostitutas e vou cortá-las até você me pegar.
Fiz um grande trabalho da última vez, não dei à Dama nem a chance de gritar. Eu amo o meu trabalho. Você em breve ouvirá falar de mim novamente quando eu começar meu divertidos joguinhos.
Minha faca é boa e afiada e quero começar a trabalhar agora se tiver a oportunidade.
Sinceramente: Jack, O Estripador."

Assustados com o teor da carta, a polícia colocou reforços extras nas ruas. Apesar disso, a direção geral dos interrogatórios foi atrasada e confundida pelo fato de o novo chefe do Departamento de Investigação Criminal, Sir Robert Anderson, encontrar-se em viagem à Suíça entre 7 de setembro de 15 de outubro, período no qual Chapman, Stride e Eddowes foram assassinadas. Isto levou o Comissário Chefe, Sir Charles Warren, a indicar o Superintendente Donald Swanson para a coordenção dos interrogatórios feitos pela Scotland Yard. As notas de Swanson sobre o caso sobreviveram, tornando-se uma fonte valiosa de detalhes sobre a investigação.

Devido em parte à insatisfação quanto aos esforços policiais, um grupo de cidadãos londrinos do East End passou a patrulhar voluntariamente as ruas de Londres em busca de indivíduos suspeitos. Chamados de Comitê de Vigilância de Whitechapel, eles exigiram que o governo oferecesse uma recompensa por informações sobre o assassino, e contrataram detetives particulares para interrogar testemunhas em paralelo ao trabalho da polícia. O comitê foi liderado por George Lusk, e posteriormente por Albert Bachert.

24 horas depois de receberem a carta, as prostitutas Liz Stride e Kate Eddowes são encontradas mortas.



Serial Killers Parte III - Classificação dos Serial Killers


Estudos na área de assassinatos em série resultaram em duas formas de classificar os serial killers: uma baseada no motivo, e outra baseada nos padrões organizacionais e sociais. O método do motivo é chamado de tipologia de Holmes, por causa de Ronald M. e Stephen T. Holmes, autores de vários livros sobre assassinatos em série e crimes violentos. Nem todos os serial killers são de um tipo só, e muitos apresentam características de mais de um tipo. Nenhuma destas classificações explica o que na realidade pode levar uma pessoa a se tornar um serial killer (falaremos mais sobre isso adiante). Também não há dados científicos suficientes sobre os quais basear estas classificações - são baseadas em dados de observação casual ou em entrevistas. Os críticos da tipologia de Holmes apontam esta como uma falha, mas muitos investigadores ainda acham este método útil ao estudar assassinatos em série.

Segundo a tipologia de Holmes, os serial killers podem se concentrar no ato (aqueles que matam rápido), ou no processo (aqueles que matam vagarosamente): 

Visionários – indivíduos insanos ou psicóticos, eles matam porque escutam vozes ou tem visões que o “levam” a fazer isso. 

Missionários – Socialmente, mas tem a necessidade de livrar o mundo do que julga “imoral” ou indigno. Escolhe determinado grupo de pessoas, como prostitutas, mendigos, homossexuais e etc.

Emotivos - matam por pura diversão, dentre os quatro tipos é o que realmente tem prazer em matar e utiliza requintes sádicos e cruéis.

Libertinos – são os assassinos sexuais; matam por “tesão”. Quanto maior for o sofrimento da vítima maior será o seu prazer. A ação de torturar, mutilar e matar lhe traz prazer sexual. Canibais e Necrófilos fazem parte desse grupo.

No linguajar do FBI, para fins de PERFIL BIOGRÁFICO, os assassinos motivados sexualmente são divididos em “organizados”, “DESORGANIZADOS” e categorias “mistas”, baseados em características pessoais e evidências encontradas nas cenas dos crimes. Em tese, essas determinações auxiliam a polícia a rastrear suas presas, na prática, entretanto, não existe evidência persuasiva de perfil biográfico recente levando à prisão do assassino.

O quadro abaixo ilustra comportamentos dos dois tipos mais comuns:

SERIAL KILLERS ORGANIZADOS

Conforme delineado pelos “caçadores de mentes” do FBI, um assassino organizado típico possui boa inteligência e é socialmente competente, inclinando-se para ocupações qualificadas. Uma revisão da infância do sujeito, se e quando ele foi preso, normalmente revela alta posição da ordem de nascimento (o mais velho ou filho único), um pai com emprego estável e uma vida caseira marcada por disciplina inconsistente, alternativamente severa e indulgente. Na idade adulta, o assassino organizado frequentemente vive com uma parceira, uma esposa legal, e é sexualmente competente. A violência é precipitada pelo estresse, incluindo a discórdia conjugal ou a perda do emprego, e é frequentemente abastecido pelo álcool. O assassino se desloca facilmente, mantendo um ou mais veículos em boas condições. Seu humor é controlado na caçada, e ele normalmente segue o progresso das investigações da polícia por meio da mídia. Se pressionado, o assassino organizado pode encontrar um novo trabalho ou deixar a cidade para evitar a detenção.

As características da cena do crime de um infrator organizado tipicamente traem um assassinato planejado com antecedência, refletindo o controle total de seu meio ambiente pelo assassino. A vítima é normalmente um estranho (exceto nos casos de predadores estacionários, que matam em suas casas ou no local de trabalho). O caçador habitualmente prefere vítimas submissas, empregando restrições para anular a resistência durante a agressão sexual ou tortura. O assassino vem preparado com quaisquer ferramentas ou armas necessárias e remove-as da cena quando acaba. Pode personalizar a vítima por meio de conversa controlada (mesmo manuscrita), assim alimentando as fantasias ritualísticas que dominam sua vida. Quando acaba com sua presa, o assassino organizado geralmente transporta o corpo para outro local e esconde-o com cuidado, esforçando-se para não deixar nenhuma evidência útil para trás. Alguns predadores são, na verdade, tão habilidosos, desde “JACK, O ESTRIPADOR” de Londres até nossos dias, que nunca são pegos. Aqueles capturados pela polícia mais frequentemente vêm a sofrer algum descuido ou má sorte – um bilhete de estacionamento entregou DAVID BERKOWITZ – e não pelo trabalho brilhante dos detetives.


SERIAL KILLERS DESORGANIZADOS

Extremo oposto dos assim chamados ASSASSINOS ORGANIZADOS no esquema do FBI de PERFIL BIOGRÁFICO psicológico, estes criminosos parecem ter três investidas contra eles antes de começarem. Fazem tudo errado, desde o primeiro ato impulsivo, até sua deserção de uma cena criminal caótica e dominada por indícios... e alguns deles ainda continuam a matar e matar novamente por anos até o fim, quando, por acaso, são pegos.

O assassino “normal” desorganizado possui inteligência média, se tanto, algumas vezes mentalmente retardado, quase sempre socialmente imaturo. O criminoso espelha-se no registro do trabalho instável de seu pai, deixando ou perdendo um emprego após outro, raramente sendo qualificado para uma ocupação especializada. Sua vida social é igualmente estéril: o criminoso vive tipicamente sozinho e é sexualmente incompetente, algumas vezes virgem (o estrangulador Harvey Glatman, por exemplo, experimentou o sexo pela primeira vez aos 29 anos, quando estuprou sua primeira vítima e a matou). O assassino desorganizado raramente bebe para aumentar sua coragem, e seus crimes são impulsivos e geralmente sem planejamento. Nenhum estresse grave de precipitação é visto; em vez disso, o assassino age ao acaso, quase por impulso, sem pensar durante suas ações. Ele, frequentemente, vive e/ou trabalha próximo à cena do crime, talvez atacando um vizinho e mostrando pouco interesse na cobertura da mídia do caso. Muito distraído ou lerdo para reconhecer o perigo, ele raramente faz qualquer mudança dramática no estilo de vida para evitar a detenção.

Uma cena de crime desorganizado cheira a espontaneidade. A vítima é frequentemente conhecida de seu agressor, e talvez por essa razão o assassino comumente despersonaliza sua face (desfigurando ou cobrindo seu rosto). A morte em si é sempre um ataque “relâmpago”, com pouca ou nenhuma conversa, muito distante das técnicas do assassino “organizado” de sedução preparada. Por serem normalmente mortas ou incapacitadas em segundos, as vítimas raramente são atadas ou torturadas; qualquer agressão sexual é relatada tendo sido realizada no corpo. Por pensar tão pouco na captura, o assassino desorganizado raramente transporta ou esconde seus homicídios, deixando os corpos onde caíram e são facilmente encontrados. Pouco ou nenhum esforço é feito para limpar a cena do crime, esconder as armas, ou erradicar evidências tais como sêmem ou impressões digitais.

Pareceria, a partir desse critério, que cada assassino desorganizado seria pego após o primeiro ou segundo assassinato, mas este não é sempre o caso. Alguns como o Vampiro de Sacramento, Richard Trenton Chase, embarcam em tal feroz atividade homicida que escapam dos investigadores durante um momento de desvio e torturam ampla gama de corpos no processo. Outros, como EDWARD GEIN, de Wisconsin, são abençoados pelas circunstâncias – locais remotos ou vizinhos particularmente desertos – e assim eles podem matar por anos, mesmo décadas, sem serem expostos.

Fontes:

- http://comportamentocriminoso.blogspot.com.br/2012/05/o-serial-killer.html

- http://www.institutomarconi.com.br/serialkillers.htm

- http://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_direito/article/viewFile/923/759

- http://serialkillerworld.com.br/2013/12/21/o-que-e-um-serial-killer-quem-sao-suas-vitimas-quais-sao-os-modus-operandi-e-as-caracteristicas-de-abusadores/

segunda-feira, 5 de maio de 2014

ÚLTIMAS NOTÍCIAS! (03/05/2014 - 09/05/2014)


07/05/2014

- Estudo aponta que 72% das crianças americanas levam armas para a escola
Pesquisadores afirmam que ameaças, roubos, brigas e inseguranças são principais motivos.

Um estudo realizado nos Estados Unidos apontou que 72% de crianças americanas levaram uma arma para a escola em abril de 2014.

De acordo com os pesquisadores, 200 mil estudantes do ensino médio americano portavam armas de fogo e facas na escola para se defender contra ataques de bullying, violência física e roubo.

Os números de 2013 indicam que 9% das crianças que sofreram algum tipo de violência, mas 5% de crianças que não sofreram nenhum tipo de problema também portavam as mesmas armas.
Segundo o jornal The Huffington Post, o autor do estudo, Dr. Andrew Adesman, considerou os números como “surpreendentes”. Ele é chefe de desenvolvimento comportamental na ala de pediatria do Centro Médico de Nova York.
O estudo baseou-se em dados coletados por uma pesquisa em 2011, no qual 15 mil alunos do ensino médio nos Estados Unidos foram questionados se haviam sofrido algum tipo de violência e se, em decorrência dessa violência, teriam levado armas para a escola.
Os pesquisadores apontaram que as quatro principais razões pelas quais jovens agem desta forma são insegurança, roubo, ameaças e brigas físicas. Para eles, quanto mais atingida por formas de preconceitos e bullying dentro das escolas, mais chances de portar armas a criança apresentava.
— Acredito que não devemos apenas interferir a ação dos “valentões”, mas ficar atentos ao fato de que as vítimas também representam uma ameaça grave para a segurança do ambiente escolar.
Adesman afirmou que é preciso garantir a inviolabilidade das escolas.
Fonte: R7.


06/05/2014

- Um quarto dos presos na Europa está em prisão temporária
Relatório divulgado pelo Conselho da Europa revelou que as medidas alternativas à prisão temporária ainda têm sido pouco exploradas no continente. Em 2012, por exemplo, um quarto do total de presos ainda não tinha uma condenação definitiva. A cultura do prende-e-só-depois-condena tem contribuído para a superlotação carcerária, problema encontrado em 21 dos 47 países europeus. Entre eles, estão a Bélgica e a Itália, além de boa parte dos Estados do Leste Europeu.

População carcerária
Em 2012, a Europa tinha uma média de 150 presos para cada 100 mil habitantes e estava com 98% da sua capacidade prisional preenchida. É claro que, com a diversidade dos países, essa média do continente reflete pouco a realidade local. Nos países da Escandinávia, por exemplo, há menos de 100 presidiários para cada 100 mil cidadãos. Já na Rússia, na Ucrânia e nos países bálticos, o total de presos ultrapassa os 250 para cada grupo de 100 mil habitantes.

Peso no bolso
A disparidade também acontece nos gastos que cada governo tem para manter uma pessoa atrás das grades. Quanto menos presos, mais gastos são registrados por cabeça. A Suécia é onde cada presidiário custa mais caro: quase R$ 1 mil por dia. Já a Ucrânia e a Bulgária são os Estados com o menor custo per capita nos presídios: nem R$ 10 por dia. A média do continente é de R$ 320 gastos diariamente para cada preso.

Aline Pinheiro é correspondente da revista Consultor Jurídico na Europa.
Fonte: Revista Consultor Jurídico



05/05/2014


- PEC acaba com auxílio-reclusão e cria benefícios para vítimas de crimes
Novo benefício será pago à pessoa vítima de crime que ficar afastada da atividade que garanta seu sustento

A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 304/13, da deputada Antônia Lúcia (PSC-AC), que acaba com o auxílio-reclusão e cria um benefício mensal no valor de um salário mínimo para amparar vítimas de crimes e suas famílias.

Pelo texto, o novo benefício será pago à pessoa vítima de crime pelo período em que ela ficar afastada da atividade que garanta seu sustento. Em caso de morte, o benefício será convertido em pensão ao cônjuge ou companheiro e a dependentes da vítima, conforme regulamentação posterior.

A PEC deixa claro que o benefício não poderá ser acumulado por vítimas que já estejam recebendo auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou pensão por morte.

Vítimas sem amparo
Para a autora, é mais justo amparar a família da vítima do que a família do criminoso. “Hoje não há previsão de amparo para vítimas do criminoso e suas famílias”, afirma. Além disso, segundo ela, o fato do criminoso saber que sua família não ficará ao total desamparo se ele for recolhido à prisão, pode facilitar na decisão em cometer um crime.

“Por outro lado, quando o crime implica sequelas à vítima, impedindo que ela desempenhe a atividade que garante seu sustento, ela enfrenta hoje um total desamparo”, argumenta a deputada.

Auxílio aos dependentes de criminosos
Em vigor atualmente, o auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes de trabalhadores que contribuem para a Previdência Social. É pago enquanto o segurado estiver preso sob regime fechado ou semiaberto e não receba qualquer remuneração.

O cálculo do benefício é feito com base na média dos salários-de-contribuição do preso, e só é concedido quando esse salário for igual ou inferior a R$ 971,78, em atendimento ao preceito constitucional de assegurar o benefício apenas para quem tiver baixa renda.

Conforme a autora, o objetivo é destinar os recursos hoje usados para o pagamento do auxílio-reclusão à vítima do crime, quando sobreviver, ou para a família, no caso de morte.

Tramitação
Inicialmente, a proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania quanto à admissibilidade. Se aprovada, será encaminhada para comissão especial criada especialmente para sua análise. Depois será votada em dois turnos pelo Plenário.


- Novo cadastro de adolescentes em conflito com a lei está disponível
O novo Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL) está disponível a partir de hoje (1º) para juízes que atuam nas Varas de Infância e Juventude de todos os tribunais. Com o novo sistema, os magistrados deverão cadastrar os dados dos adolescentes em conflito com a lei. Com a medida, o Judiciário passará a contar com informações seguras e abrangentes sobre os adolescentes.

Com o novo sistema, os magistrados deverão incluir nome dos jovens; data de nascimento; data de entrada no sistema penitenciário, número de internações provisórias e definitivas ocorridas, além do tipo de infração cometida. Atualmente, o Judiciário não tem dados globais sobre adolescentes em conflito com a lei.
Fonte: ABR/Informe Jurídico


- PE: Justiça proíbe revista íntima em visitantes de presídios
A 1ª Vara de Execuções Penais do Recife, em Pernambuco, determinou o fim das revistas íntimas em familiares e visitantes nos presídios da capital e região metropolitana do Recife. A decisão vale a partir desta segunda-feira.

A Secretaria Executiva de Ressocialização de Pernambuco, responsável pelos presídios no Estado, disse que já não trabalha com a revista íntima em nenhum dos 20 presídios de Pernambuco para preservar a dignidade das pessoas que visitam os presos, e que a decisão só corrobora esse entendimento.
Fonte: Site Terra




















sexta-feira, 2 de maio de 2014

Recomendações da Semana

Livros:

- Anatomia do Mal



Sinopse

O que faz gente aparentemente normal começar a matar e não parar mais? O que move --e o que pode deter-- assassinos em série como Ed Gein, o psicopata americano que inspirou os mais célebres maníacos do cinema, como Norman Bates ("Psicose"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica") e Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes"). Como explicar a compulsão por matar e o prazer de causar dor, sem qualquer arrependimento? De onde vem tanta fúria?

Escrito por Harold Schechter, o livro é referência fundamental a todos os que se interessam pelo universo da investigação e da criminologia. Em "Serial Killers: Anatomia do Mal" você vai descobrir como eles matam e por que eles matam. Pontuado por curiosidades macabras, dados científicos e fatos pouco conhecidos sobre a trajetória e a mente dos principais criminosos em série dos Estados Unidos.

O livro de Schechter abrange desde a criação do termo serial killer no início do século 20 até o fascínio exercido por matadores seriais na cultura pop (cinema, música, literatura). Histórias reais, assassinos reais, de uma maneira que você nunca viu, estudados com profundidade, rigor científico e conhecimento psicológico.

Título: Serial Killers 
Subtítulo: Anatomia do Mal
Autor: Harold Schechter
Editora: Darkside
Edição: 1
Ano: 2013
Idioma: Português


- Livro Serial killer, Louco ou Cruel em PDF: file:///C:/Users/Ticket360/Downloads/Serial+Killer%20(1).pdf


- SERIAL KILLERS - NAS MENTES DOS MONSTROS


Sinopse: Charlotte Greig escolheu e escreveu em detalhes sobre os 50 serial killers considerados mais famosos do mundo, indo de Jack, o Estripador, a Ted Bundy. Com a documentação de cada um deles, é fácil perceber temas semelhantes surgindo - David Berkowitz ou Anatoly Onoprienko, que cresceram para ser solitários e, consequentemente, acabaram se vingando de uma sociedade pela qual se sentiam rejeitados; os assassinos que matavam por impulso sexual, como Albert Fish ou John Christie; e os praticantes ocultistas, como os Estripadores de Chicago e Richard Ramirez, inspirados por rituais macabros, a fim de transformar suas fantasias obscuras em realidades ainda mais sombrias. Não importam quais sejam as histórias que surjam desse grupo de indivíduos distorcidos, 'Serial Killers - Nas Mentes dos Monstros' é um testamento do potencial do comportamento humano para o terror e a maldade. 288 páginas.



- O livro completo sobre os Serial Killers


Sinose: O Livro Completo sobre os Serial Killers é o mais elaborado material para qualquer fã de crimes ou estudante do mundo fascinante e chocante dos assassinos em série. Nele você encontrará as histórias dos 35 assassinos mais famosos do mundo, incluindo uma abordagem profunda de seus crimes e das vidas que os transformaram em monstros. 
Por todo o livro estão espalhados testes, citações, fotos e fatos estranhos sobre os assassinos em série para examinar seu conhecimento e fazer você estremecer de prazer horripilante.
Aprenda mais sobre estrelas sombrias como: Ted Bundy; Jeffrey Dahmer; Gary Ridgway – o assassino de Green River; Dennis Rader, o assassino Amarrar, Torturar, Matar, BTK; John Wayne Gacy; Béla Kiss; Paul Bernardo e Karla Homolka; e David Berkowitz, o Filho de Sam.
Essas e muitas outras histórias chocantes e informações sobre serial killers e seus atos depravados deixarão você acordado à noite!

Autor: Tom Philbin e Michael Philbin
Tradutor: Larissa Wostog Ono
Assunto/Gênero: Psicologia/Comportamento
Páginas: 320
Formato: 16x23 cm
Tipo de Capa: Laminado Brilhante


- Evil Serial Killers


Murder is one of the greatest crimes against humanity — to kill repeatedly, often in combination with sexually motivated acts that are also taboo, is beyond human comprehension. Why do these people do it? What motivates them? Wildly deviant behavior can sometimes be 'understood' when it is displayed by a lone madman, but what about the killers who are judged normal, or those who act despicably in tandem with others? Charlotte Greig addresses such difficult questions in this compelling examination of the crimes of fifty of the world's most notorious serial killers.

Charlotte Greig graduated with an MA in Intellectual History from Sussex University, and started freelancing as a writer and editor for a variety of magazines and newspapers, including New Musical Expressand the Guardian. In 1989 she wrote her first book, and since then has written four more and contributed to several others, including Horrible Histories and Twentieth-Century Crime Fiction. In addition to teaching media studies for several years she has built a reputation as a specialist in popular music, writing the best-selling Icons of Black Musicand both creating and presenting 'Will You Still Love Me Tomorrow', a series on girl groups which was nominated for a Sony award.(less)


- A ENCICLOPÉDIA DE SERIAL KILLERS

Sinopse: A Enciclopédia de Serial Killers traz à tona os criminosos e seus hábitos.Trata-se de um instrumento que ajuda no entendimento e no combate dessa cruel atividade criminal, com mais de 240 verbetes detalhados, 70 fotos, além de vários apêndices.

ISBN: 9788537002957
Título: ENCICLOPÉDIA DE SERIAL KILLERS, A
Autor: NEWTON, MICHAEL
Editora: MADRAS
Formato: 16X23
Páginas: 624
Idioma: PORTUGUÊS
Assunto: SOCIOLOGIA
Edição: 2
Ano: 2008



- Seed - Assassino em Série

Sinopse: Max Seed, um insano assassino, será executado na cadeira elétrica por Warden Wright. Segundo a lei, se ele sobreviver a três choques de 15 mil volts, estará livre. Antes da execução, Wright pergunta a Seed: “Você quer dizer suas últimas palavras?” Seed responde: “Nos veremos novamente”. Depois de três tentativas de ser eletrocutado, com sangue fervente saindo pelos olhos, Seed ainda está vivo. Wright e o detetive Bishop concordam que, mesmo respirando, Seed deverá ser enterrado. Após conseguir chegar à superfície, Seed, encharcado de sangue e cheio de ódio, quer se vingar.

 Direção: Uwe Boll
• Roteiro: Uwe Boll
• Gênero: Suspense/Terror
• Origem: Canadá
• Duração: 90 minutos
• Tipo: Longa-metragem


- O Silêncio dos Inocentes


Sinopse: Clarice Starling (Jodie Foster), agente novata do FBI, procura por um assassino que ataca mulheres jovens e depois retira suas peles. Para construir o perfil psicológico deste psicopata, recorre à ajuda de um assassino preso que agia de forma semelhante. É o dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), um psiquiatra canibal. Lecter, de fato, pode ajudar na investigação, mas quer em troca um local mais confortável para ficar preso. E quer também se aproximar da durona Clarice, para que ela fale de seus traumas e revele seu lado vulnerável.




- Seven: Os Sete Pecados Capitais


Sinopse: Dois policiais, um jovem e impetuoso (Brad Pitt) e o outro maduro e prestes a se aposentar (Morgan Freeman), são encarregados de uma periogosa investigação: encontrar um serial killer que mata as pessoas seguindo a ordem dos sete pecados capitais.






- Dragão Vermelho

Sinopse: Will Graham (Edward Norton) é um agente do FBI que por pouco não foi morto por Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) quando tentava capturá-lo.

Com Lecter já preso, Graham é obrigado a usar o psicopata como consultor para obter maiores informações sobre Francis Dolarhyde (Ralph Fiennes), um serial killer que tem deixado a cidade em pânico.

Mas o que Graham não sabe é que ao mesmo tempo em que Lecter o auxilia em sua investigação também repassa ao próprio Dolarhyde informações sobre a família do policial que o persegue.





Documentário Matar Pra Ver Cair

Artigos da Semana!


- Como funcionam os serial killers: http://www.hsw.uol.com.br/serial-killer.htm





- Considerações Acerca do Fenômeno dos Assassinos em Série: http://www.ufjf.br/virtu/files/2010/03/artigo-1a6.pdf