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quarta-feira, 24 de março de 2010

Caso Nardoni - Notícias e Curiosidades Sobre o Julgamento- Parte III

 Maquetes usadas podem ter custado R$ 30 mil

24/03/2010





As duas maquetes usadas pela promotoria durante o depoimento da delegada Renata Pontes mostrando o Edifício London e o apartamento do casal Nardoni, onde a menina Isabella morreu em março de 2008, podem ter custado entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. A empresa responsável pela confecção das maquetes informou que não poderia divulgar o valor, mas informou quanto costuma cobrar por trabalhos semelhantes.
As maquetes, que serão pagas pelo Estado, também serão usadas pela defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, que pretendem mostrar as falhas de segurança no prédio onde a menina foi morta.
As maquetes foram encomendadas pelo Instituto de Criminalística. Os peritos supervisionaram o trabalho e enviaram fotos para reprodução do prédio e do interior do apartamento.
Plantas do terreno e do imóvel também foram usadas como referência.tudo foi reproduzido fielmente: o corte da tela de proteção da janela no quarto e até a boneca usada durante a reconstituição do crime. As marcas de sangue e do sandália de Alexandre na cama também foram reproduzidas.

“Casal Nardoni não demonstra emoção”, diz jurista

24/03/2010

Como recontar a história de um crime sem testemunhas? Os principais suspeitos, pai e madrasta, se dizem inocentes. Para entender por que esse julgamento está sendo considerado um marco para a perícia criminal no Brasil, o Bom Dia Brasil conversa o jurista Luiz Flávio Gomes.
Ele está acompanhando o julgamento de dentro do tribunal e fala como se comportam os sete jurados: “É um tribunal jovem, de 25 a 35 anos. Só uma senhora tem um pouco mais de idade. Eles estão muito atentos. É impressionante como estão olhando fixamente todos os detalhes. Acho que está bem. O tribunal está formando seu convencimento. Os jurados decidirão com total tranquilidade”.
Luiz Flávio Gomes diz que o casal Nardoni está apático: “Nenhuma reação. Estão totalmente imobilizados. Não piscam, não olham, não riem, não falam, não se conversam. Não há uma expressão corporal, no rosto ou no olhos deles que denote qualquer coisa. É como se eles estivessem fora do mundo. É impressionante. Nem durante o depoimento de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella. Não há reação”.
O jurista aponta que a discussão já está definida. A defesa vai trabalhar a dúvida que os laudos sugerem. Do outro lado, o Ministério Público trabalha com a força dos indícios. Esse é o debate, a discussão já está posta.
Fonte: G1

Júri está bastante atento, diz jurista

24/03/2010

Para o jurista Luiz Flávio Gomes, que acompanha o julgamento do casal Nardoni dentro da sala do Tribunal do Júri, no Fórum de Santana, em São Paulo, os setes jurados estão bastante atentos a tudo que é dito nos depoimentos. Segundo ele, os jurados olham “fixamente todos os detalhes” e estão formando o convencimento a cada passo dos depoimentos, a cada laudo apresentado. “Eles decidirão com traquilidade”, disse em entrevista ao Bom Dia Brasil nesta quarta-feira (24). Gomes considera o júri do casal Nardoni jovem, com idade média entre 25 e 35 anos. Segundo ele, apenas uma senhora ultrapassa essa faixa etária. (Com informações da TV Globo)
Fonte: G1

Isabella foi ferida antes de ser jogada pela janela, diz perita

24/03/2010

A perita Rosângela Monteiro, que elaborou os laudos sobre as causas da morte da menina Isabella Nardoni, afirmou durante depoimento ao Tribunal do Júri, no Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo, que a menina foi ferida antes de entrar no apartamento do casal Nardoni. Rosângela disse ainda que o sangue encontrado no apartamento era da vítima.
Segundo a perita, ela foi carregada e sangrou. “O sangre encontrado é da menina”. Sobre o sangue encontrado no carro de Alexandre Nardoni, ela afirmou tem o mesmo “perfil genético” de Isabella. Ferida, Isabella teria gotejado sangue de uma altura de 1,27m ou 1,28m “em velocidade baixa demonstrando que ela foi carregada”.
Rosângela falou que é “inequívoco” que a tesoura encontrada no apartamento do Edifício London foi usada para cortar a tela de proteção da janela em que a criança foi jogada. O sangue encontrado na tela também seria de Isabella.
O depoimento da perita começou por volta das 10h25 desta quarta-feira (24) e ainda não terminou.

Irmã de Alexandre se emociona na retomada do julgamento

24/03/2010

A irmã de Alexandre Nardoni, Cristiane Nardoni, chorou antes de começar o julgamento nesta quarta-feira (24). A jovem teria se aproximado da divisória de madeira que separa o júri da platéia, teria batido no peito e dito “Força! Força!” olhando para o irmão e para a cunhada Anna Carolina Jatobá, acusados de matar a menina Isabella. (Por Kleber Tomaz)
Fonte: G1

Avó deixa plenário ao ouvir descrição do crime

24/03/2010

A avó de Isabella Nardoni, Rosa Oliveira, não suportou a descrição da perita Rosângela Monteiro sobre onde foi encontrado o sangue da menina no apartamento de onde a criança foi jogada. Rosa deixou o plenário onde acontece o julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá às 11h15 desta quarta-feira (24).
Fonte: G1

Promotor recorre à ironia em perguntas a perita

24/03/2010

O promotor Francisco Cembranelli conduziu parte do depoimento da perita Rosângela Monteiro, que elaborou os laudos sobre a morte da menina Isabella Nardoni, de modo que a qualidade técnica dos relatórios que ela elaborou não fosse questionada pela defesa, que conta com uma advogada e perita, Roselle Soglio.
Cembranelli recorreu até mesmo à ironia. “Posso comprar o ‘blue star’ [reagente que detecta manchas imperceptíveis de sangue] para o meu filho no supermercado ou na Rua 25 de Março para ele borrifar na cozinha e ver se tem mancha de sangue?”, perguntou. A perita foi taxativa: “Não. Ele deve ser usado por pessoas qualificadas e treinadas. Ele é cancerígeno”.
Em um outro momento do depoimento de Rosângela, Cembranelli perguntou se haveria alguém presente no Tribunal do Júri tecnicamente capaz de repetir todos os testes feitos pelo Instituto de Criminalística (IC) que ela coordenou. “Sou a única capacitada para os testes com o reagente ‘blue star’ no estado de São Paulo”, respondeu.

Perita se diz a única capaz de fazer testes no sangue de Isabella

24/03/2010

A perita Rosângela Monteiro afirmou que no Tribunal do Júri que julga o casal Nardoni não havia ninguém tecnicamente capaz de repetir todos os testes feitos pelo Instituto de Criminalística (IC) durante as investigações da morte de Isabella Nardoni. Rosângela foi a perita que assinou os laudos. “Sou a única capacitada para os testes com o reagente ‘blue star’ no estado de São Paulo. Sou eu quem ministro cursos sobre como usá-lo”, disse Rosângela. Segundo ela, não se trata apenas de “jogar” o reagente que detecta manchas imperceptíveis de sangue, mas é preciso “interpretar” os dados.
A resposta foi dada após Rosângela ser qustionada pelo promotor Francisco Cembranelli se havia alguém presente no tribunal naquele momento capaz de repetir os testes. A pergunta de Cembranelli foi uma tentativa de descredenciar a presença da advogada e perita Roselle Soglio, contratada pela defesa do casal Nardoni para contestar as provas técnicas elaboradas pelo IC.
Rosângela afirmou ainda que havia manchas de sangue visíveis no lençol da cama e na tela de proteção da janela. Com o auxílio do reagente ‘blue star’ foram identificadas marcas no apartamento e no veículo do casal Nardoni.

Muros do prédio do casal Nardoni são ‘altos’, diz perita

24/03/2010

A perita Rosângela Monteiro, que elaborou os laudos sobre a morte da menina Isabella Nardoni, afirmou em seu depoimento ao Tribunal do Júri, no Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo, que os muros que cercam o Edifício London eram “altos”. A resposta foi dada quando perguntaram a ela sobre a possibilidade de alguém ter pulado o muro e ter entrado no apartamento do casal Nardoni.
O depoimento de Rosângela começou às 10h25 desta quarta-feira (24). Rosângela foi arrolada como testemunha tanto pela defesa quanto pela acusação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Outras dez testemunhas estão programadas para serem ouvidas. (Por Kléber Tomaz)

Pai chega de madrugada ao fórum para pegar senha para filha

24/03/2010

O motorista Matias Antonio de Souza, de 62 anos, chegou por volta de 3h20 desta quarta-feira (24) ao Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo, para pegar uma senha para a filha, estudante de direito, entrar na sala do júri no terceiro dia do julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella. “Apesar de querer assistir, cedi meu lugar para ela.” (Por Juliana Cardilli)
Fonte: G1

Perita fala sobre marcas na camiseta usada por Nardoni

24/03/2010

A perita Rosângela Monteiro explicou aos jurados sobre os testes realizados na camiseta, entregue pela polícia, que teria sido usada por Alexandre Nardoni na noite da morte de Isabella. Segundo ela, a camiseta tinha marcas da tela da janela por onde a menina foi jogada.
Foram realizadas quatro simulações, posteriormente comparadas com as marcas encontradas na camiseta. Ainda de acordo com a perita, para marcar a camiseta daquela forma, a pessoa precisaria estar com os dois braços para fora da janela, segurando um peso de 25 kg. “Não basta encostar na tela. Ele precisa jogar o peso dele sobre ela. Não tem outra hipótese”, afirmou a perita.
Alexandre Nardoni alega que a camiseta ficou marcada quando ele se apoiou na tela para olhar para baixo.
Em relação à fralda, a perita disse que os exames comprovaram que havia manchas de sangue humano, mas como a amostra era muito pequena, não havia material suficiente para realizar exames de DNA e definir se o sangue era mesmo de Isabella.
As manchas encontradas na fralda indicam que ela teria sido utilizada dobrada e provavelmente para estancar o sangue de um ferimento.

Defesa insiste em dispensa de testemunhas

24/03/2010 
Na saída para o recesso de almoço, o advogado de defesa do casal Nardoni, Roberto Podval, reforçou sua intenção de pedir dispensa para testemunhas e, assim, encurtar a duração do julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. A intenção do advogado é que das dez testemunhas previstas para ainda depor, sejam ouvidas apenas três ou quatro.
O pedido de Podval precisa ser aceito pelo juiz Maurício Fossen. Segundo Podval, caso isso ocorra, é possível que Alexandre e Anna Jatobá sejam ouvidos a partir do meio dia de quinta-feira (25). Com isso, o Tribunal do Júri teria condições de tomar sua decisão ainda na sexta-feira (26).

Perita: teste aponta que Nardoni jogou Isabella do prédio

24/03/2010

Testes realizados após a morte de Isabella Nardoni, 5, apontam que ela foi jogada do sexto andar do edifício London pelo pai, Alexandre Nardoni, segundo depoimento da perita Rosângela Monteiro. Ela começou a ser ouvida às 10h25 desta quarta-feira, terceiro dia de júri de Nardoni e Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabella.
De acordo com a perita, foram realizados quatro testes e um deles mostra que o pai de Isabella colocou os braços para fora da janela e jogou algo de 25 kg, peso aproximado da menina.
Isabella morreu ao cair do sexto andar do prédio onde moravam o pai e a madrasta, que negam o crime.
A perita, testemunha comum à defesa e à acusação do casal, é a primeira a ser ouvida nesta quarta. O depoimento começou às 10h25 e foi interrompido para almoço às 13h15, por 50 minutos.
No início do depoimento, a perita afirmou que Isabella foi ferida fora do apartamento. Segundo ela, as marcas de sangue encontradas no imóvel apontam que a menina era carregada quando entrou no local e estava a uma altura de 1,25 m. A perita diz que Isabella tinha 1,20m e, se estivesse andando, as marcas de sangue não seriam as mesmas, pois teriam escorrido pelo corpo.
Fonte: Folha Online

Homem tenta agredir advogado do casal Nardoni

24/03/2010

Na volta do recessso de almoço, um homem tentou chutar o advogado do casal Nardoni, Roberto Podval, enquanto ele entrava no Fórum Regional de Santana, na Zona Norte. Assim como pela manhã, Podval foi bastante vaiado pelos populares que estavam no local. (Por Juliana Cardilli)
Fonte: G1

Avó diz que Jatobá e Nardoni já estão ‘condenadíssimos’

24/03/2010

Ao sair para o intervalo determinado pelo juiz Maurício Fossen na tarde desta quarta-feira (24), a avó materna de Isabella, Rosa Oliveira, foi questionada sobre o futuro veredicto do julgamento e afirmou: “Eles estão condenadíssimos”.  Ela falou com os jornalistas quando voltava do almoço para o fórum. (Por Juliana Cardilli, com informações da TV Globo / Foto: Daigo Oliva/G1)

PM é chamada para atender tumulto em frente ao fórum

24/03/2010

Um princípio de tumulto entre as pessoas que aguardam na fila em frente ao Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo, para assistir ao julgamento do casal Nardoni fez com que a Polícia Militar agisse por volta das 15h58 desta quarta-feira (24). Uma pessoa teria tentado furar a fila, o que causou discussão e empurrões entre quem estava na entrada do fórum. Policiais apartaram a briga e a situação foi rapidamente controlada. (Por: Kleber Tomaz)
Fonte: G1

Marca de sangue pode indicar presença de irmãos de Isabella

24/03/2010

Segundo o depoimento da perita Rosângela Monteiro, uma mancha de sangue encontrada na porta do quarto de Isabella pode indicar a presença dos irmãos da menina no apartamento, no momento em que ela foi morta.
A mancha de sangue foi feita com as pontas do dedo, a uma altura abaixo da maçaneta da porta do quarto. “Posso concluir, portanto, pela altura, que se trate de mãos de criança”, disse a perita.
Segundo ela, não foi possível a identificação de a quem pertencia o sangue, mas a teoria é de que um dos irmãos de Isabella tenha entrado em contato com algum respingo de sangue da menina no apartamento. (Por Débora Miranda)
Fonte: G1

Túmulo de Isabella recebe homenagens

24/03/2010

Flores e cartazes foram deixados nesta quarta-feira (24) no túmulo da menina Isabella Nardoni, em cemitério na Zona Norte de São Paulo.

5 testemunhas já prestaram depoimento em 3 dias

24/03/2010

Cinco testemunhas já prestaram depoimento no julgamento de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, acusados de matar Isabella. O jornalista Rogério Pagnan é o sexto a falar no plenário.
Veja o resumo dos testemunhos:
O primeiro dia foi marcado pelo depoimento emocionado de Ana Carolina Oliveira. Ela chorou por diversas vezes. A primeira delas foi quando se recordou do momento em que encontrou a menina de 5 anos caída na grama do edifício London.
Ana Carolina disse que Alexandre jamais conversou com ela sobre o que ocorreu no apartamento, mesmo durante o velório da menina. Durante o depoimento, a mãe contou detalhes do relacionamento com Nardoni e disse que ele era violento em algumas ocasiões, chegando, inclusive, a jogar o filho no chão uma vez.
Na terça, a primeira a depor foi a delegada Renata Pontes, que indiciou o casal. Em seu depoimento, que durou cerca de 4 horas, ela afirmou ter “100% de certeza” de que Anna e Alexandre foram os responsáveis pela morte da menina e detalhou sua atuação na noite do dia 29 de março de 2008.
Ela contou que foi ao edifício e viu Isabella caída no jardim do prédio. “Ela parecia um anjinho”, afirmou a delegada.
O médico-legista Paulo Sergio Tieppo Alves foi a segunda testemunha a ser ouvida na sessão. Alves detalhou todo o processo de necropsia. Ele contestou a ideia de que houve falha na certidão de óbito, em que consta causa nao identificada de morte. De acordo com ele, a maioria dos registros expedidos pelo Instituto-Médico Legal (IML) sai com essa informação até que todos os exames estejam prontos.
O médico disse ainda que a violência ocorrida antes da queda da menina Isabella do sexto andar do edifício London foi mais determinante para a morte do que a própria queda.
O perito criminal baiano Luiz Eduardo de Carvalho Dória foi o último a ser ouvido no segundo dia de julgamento. Arrolado pela assistência de acusação, o perito analisou manchas de sangue encontradas na cena do crime, como em lençóis no quarto de onde Isabella caiu.
Segundo ele, “existem padrões de mancha que permitem estabelecer a altura” da qual ela caiu. De acordo com ele, pela análise é possível concluir que as gotas no local do crime caíram de uma altura superior a 1,25m.
Neste terceiro dia, o julgamento foi reiniciado com o depoimento da perita Rosângela Monteiro. Ela disse que a menina foi ferida antes de entrar no apartamento do casal Nardoni e que já entrou sangrando. A perita afirmou que o sangue encontrado no apartamento era da menina morta.
Ela disse ainda que as marcas da rede de proteção na camiseta de Nardoni evidenciam que foi ele quem atirou a menina pela janela. (Por Thiago Reis)
Fonte: G1
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