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Serial Killers - Parte XI - Mitos Sobre Serial Killers Parte 6

#6: ELES SÃO TODOS BRANCOS Contrariando o mito popular, nem todos os serial killers são brancos. Serial killers existem em todos os gr...

domingo, 10 de junho de 2012

Notícias da Semana! - (09/06/2012 - 15/06/2012)

15/06/2012

- Polícia apresenta ‘primeira-dama do tráfico’ na Grande BHJovem também seria a mandante de dois homicídios no bairro Glória.
Ela desafiava a polícia e postava fotos com armas na internet.

Uma jovem de 23 anos suspeita de liderar o tráfico de drogas no bairro Glória, na Região Noroeste de Belo Horizonte, foi apresentada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (15), em Contagem, na Região Metropolitana. A mulher foi presa nesta quarta-feira (13) durante um show na Praça da Estação, no Centro da capital. De acordo com as investigações, a suspeita ameaçava rivais e policiais em uma rede social na internet, e também postava fotos com diversas armas. Segundo a polícia, ela gostava de ostentar poder e de ser chamada de “primeira-dama do tráfico”.

Ela seria a mandante de dois homicídios, ainda conforme Polícia Civil. Em maio de 2011, a jovem teria mandado matar um homem, o que, de acordo com as investigações, desencadeou uma chacina no bairro Glória em outubro do mesmo ano. Um homem foi preso e um adolescente, apreendido,
suspeitos de matar quatro pessoas e ferir outras 11. De acordo com o delegado Luciano Guimarães, uma das vítimas era o irmão da mulher. Em represália, ela teria mandado matar uma adolescente em novembro de 2011.

A corporação informou que a mulher não tinha passagens anteriores pela polícia, mas já havia sido indiciada neste ano por tráfico de drogas. Ela foi encaminhada ao Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Centro-Sul, em Belo Horizonte.

Segundo o delegado responsável pelo caso, nenhum advogado se apresentou para defender a jovem. Ainda de acordo com Guimarães, ela negou o envolvimento com os homicídios. Já em relação às mensagens de ameaça na internet, a suspeita alegou que seu perfil na rede social foi invadido por hackers. Segundo o delegado, ela disse ainda que as fotos eram montagens. "Dá para ver que não tem como montar. As fotos são reais", afirmou Luciano Guimarães.
Fonte: G1/MG


- Juiz de Cotia decide levar inquérito do caso Yoki para Justiça de SPMagistrado na Grande SP determinou que juiz da capital aprecie inquérito.
Para ele, crime foi na cidade São Paulo, onde Elize Matsunaga matou marido.


O juiz Théo Assuar Gragnano, da Vara Criminal de Cotia, na Grande São Paulo, determinou que o inquérito da Polícia Civil que apura o assassinato do executivo da Yoki Marcos Matsunaga, morto em 19 de maio pela mulher dele, a bacharel em direito Elize Matsunaga, seja levado em caráter de urgência para a Justiça na cidade de São Paulo.

“Os dois delitos são evidentemente conexos (artigo 76, inciso II do Código de Processo Penal) e, sendo assim, tem preponderância, na determinação da competência, o lugar da infração à qual for cominada a pena mais grave”, afirmou o magistrado, em informação publicada no site do Tribunal de Justiça de SP (TJ-SP).

"Gragnano determinou que os autos sejam encaminhados com urgência para São Paulo, uma vez que há pedido de prisão preventiva pendente de apreciação", segundo informação publicada no portal do TJ-SP na internet.

Em outras palavras, de acordo com o despacho do magistrado, apesar de os restos mortais do executivo terem sido encontrados no dia 27 do mês passado em Cotia, o crime foi cometido na capital paulista, segundo relatório do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A informação foi confirmada na manhã desta sexta-feira (15) pela assessoria de imprensa do TJ-SP. Segundo o órgão, até as 8h30 desta sexta não havia informações se o inquérito havia sido distribuído na Justiça da capital.

A investigação policial concluiu o inquérito na quinta-feira (14), quando o remeteu à Comarca de Cotia. A equipe F Sul do DHPP, comandada pelo delegado Mauro Dias havia pedido a Justiça do município da Grande SP a conversão da prisão temporária de Elize em preventiva.

O prazo da temporária dela, que está presa na Cadeia de Itapevi, também na Grande SP, expira no próximo dia 24, um domingo. O objetivo da preventiva é que a mulher fique detida até um eventual julgamento. Ela está presa desde do dia 5 de junho.

Com a chegada do inquérito à Justiça na capital paulista, ele terá agora de ser distribuído para um juiz e para um representante do Ministério Público. O promotor irá informar ao juiz se concorda ou não com o pedido de preventiva e deverá se manifestar se irá denunciar o caso à Justiça.

O juiz, por sua vez, receberá o documento e decidirá se receberá uma eventual denúncia e se decretará a preventiva. Se acolher a denúncia, Elize passará a ser ré no processo no qual é acusada da morte do marido. Depois será marcada uma audiência de instrução para saber se ela será submetida ou não a júri popular pelo crime.

Durante a investigação, Elize confessou ter atirado em Marcos e o esquartejado no apartamento onde o casal morava com a filha de 1 ano, na Zona Oeste da capital paulista. Depois, contou que colocou partes do corpo em três malas e depois jogou os pedaços dentro de sacos plásticos em Cotia.

A bacharel, que tem curso técnico em enfermagem e atuava como leiloeira, foi indiciada pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, por motivo cruel e fútil, e ocultação de cadáver.

Em seu interrogatório no DHPP Elize afirmou que cometeu o assassinato sozinha e que o crime ocorreu durante uma discussão com Marcos quando ela revelou que descobriu que o marido a estava traindo com uma garota de programa –mesma atividade que a bacharel chegou a exercer até conhecer o executivo. A indiciada ainda disse à polícia só atirou nele após ter sido agredida com um tapa no rosto e xingamentos.

A tese de crime passional, cometida por ciúmes sob extrema emoção após discussão por conta da descoberta da traição, é uma das hipóteses trabalhadas pela polícia para explicar o crime. A outra é que a bacharel premeditou o crime.

A possibilidade de premeditação ganhou força após a divulgação do laudo dos peritos da Polícia Técnico Científica que aponta uma versão diferente da dada por Elize para o crime. De acordo com o documento do Instituto Médico Legal (IML), no momento do tiro, Marcos estava abaixado. Elize estava de pé quando atirou, de cima para baixo e à queima roupa. Os vestígios de pólvora no rosto da vítima, vindos da arma, indicam que a distância era curta.

O laudo indica que Marcos morreu por choque traumático, causado pela bala, e asfixia respiratória por sangue aspirado devido à decapitação. Segundo policiais que participam da investigação, o resultado do exame revela que o executivo ainda estava vivo quando teve o pescoço cortado por Elize.

Para o advogado Luiz Flávio D'Urso, que representa a família Matsunaga, o crime foi premeditado e o documento desmente a versão de Elize, que disse ter esquartejado o marido dez horas depois da morte.

"O que leva à conclusão de que estamos diante de disparo de arma de fogo que não o matou e que, posteriormente, segundo o laudo, em razão de ele ter tido o pescoço cortado ainda vivo, se asfixiou com o sangue decorrente desta degola", disse D'Urso.
Fonte: G1/SP



14/06/2012

- Estuprador condenado a 40 anos de prisão é detido após denúncia em MS
Homem foi denunciado hoje (14) por ter estuprado a enteada de 11 anos.
Ele já havia sido condenado pelo estupro de outras três crianças, diz polícia.


Um pedreiro de 40 anos foi preso nesta quinta-feira (14), em Campo Grande, suspeito de ter estuprado a enteada de 11 anos. A denúncia foi feita pela mãe da criança, uma doméstica de 40 anos. Ela disse à polícia que a filha era vítima de abuso sexual há 3 anos.

Após a denúncia, a Polícia Civil descobriu que o homem já havia sido condenado a mais de 40 anos de prisão por ter estuprado outras três crianças. O suspeito, Valdocir dos Santos, foi preso em um bar e levado para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). Ele não quis se manifestar sobre a acusação feita pela mãe da vítima.

A delegada Regina Márcia Rodrigues, da Depca, explicou que, ao checar os dados do suspeito, descobriu que havia um mandado de prisão contra ele, também pelo crime de estupro de vulnerável.

Segundo a delegada, o crime foi cometido em 2008, mas a sentença judicial saiu apenas em outubro de 2011. Ele foi condenado a 40 anos e três meses de prisão pelo estupro de três netos da ex-mulher, crianças com idade de 8, 9 e 11 anos. O suspeito informou à delegada que não tinha conhecimento da sentença condenatória e por isso continuou em liberdade.

Segundo a Polícia Civil, o homem já havia sido preso, em 2004, como suspeito de estuprar uma adolescente de 14 anos, ex-enteada dele.

O homem será transferido hoje para o presídio de Segurança Máxima, em Campo Grande, já que existe uma condenação pelo crime de estupro de vulnerável.
Fonte: G1/MS



- Mulher mata marido a pauladas no meio da rua em MT, diz delegado
Casal discutia no meio da rua e estavam aparentemente embriagados.
Segundo a polícia, a mulher foi presa em flagrante e confessou o crime.


Uma mulher de 30 anos é suspeita de matar o marido a pauladas no meio da rua. O crime ocorreu na madrugada desta quarta-feira (13) no bairro Liberdade, na cidade de Peixoto de Azevedo, distante 692 km de Cuiabá.

Jabes Souza Lima, coronel da Polícia Militar, disse ao G1 que o vigia de uma escola testemunhou o crime e contou que os dois estavam aparentemente embriagados e discutiam na rua. “No meio da discussão ela pegou um pedaço de madeira que estava no chão e começou a dar golpes na cabeça do companheiro”, explicou.

Após o crime, mulher fugiu do local. Ainda de acordo com o coronel da PM, o vigia avisou a polícia da discussão, no entanto, quando o atendimento médico e os policiais chegaram ao local a vítima de 47 anos já estava morta.

O delegado da Polícia Civil de Peixoto de Azevedo, Geraldo Gesoni Filho, informou que a suspeita foi encontrada andando pelas ruas da cidade poucas horas após o crime. “Policiais a encontraram em via pública e foi dada voz de prisão em flagrante para a suspeita. Ela confirmou aos policiais a autoria do crime”, contou.

A suspeita prestou depoimento, bem como as testemunhas do crime. Ela está presa na carceragem da Delegacia de Polícia Civil, uma vez que, segundo o delegado, no município não há sistema prisional feminino, e aguarda vaga em uma cadeia pública.
Fonte: G1/MT


- Jovem de 16 é morta pelo ex-namorado no Cidade Nova
Segundo a polícia, jovem foi morta a facadas em São Sebatião do Paraíso.
Suspeito fugiu e ainda não foi encontrado.


Uma jovem de 16 anos foi morta pelo ex-namorado no final da manhã desta quinta-feira (14) em São Sebastião do Paraíso (MG). Segundo a Polícia Militar, a jovem foi morta a facadas em uma rua do bairro Cidade Nova.

O suspeito fugiu e ainda não foi encontrado. A polícia faz buscas.
Fonte: G1 Sul de Minas



- Crime pode impedir Elize de receber herança e administrar bens da filha
Declaração de indignidade, porém, depende de ação na Justiça.
Advogado da família Matsunaga diz que Elize não estará entre herdeiros.


A confissão de que assassinou o marido, o executivo Marcos Matsunaga, pode levar sua mulher, Elize Matsunaga, a perder qualquer direito sobre a herança do diretor da Yoki e até mesmo sobre a administração dos bens da filha do casal. A declaração de indignidade, porém, como é chamado o procedimento que exclui um herdeiro dos direitos sucessórios, não é automática, e depende de uma ação proposta por outros herdeiros ou pelo Ministério Público.

“Se Elize não tivesse praticado nenhum crime, ela teria direito a concorrer com os filhos do executivo pela herança, mas diante da prática e da confissão do crime, ela deve ser declarada indigna. Essa declaração, no entanto, não é automática. Algum outro herdeiro precisa entrar com a ação para que o juiz declare formalmente a indignidade”, afirmou ao G1 o advogado Nelson Susumu, presidente da Comissão de Direito de Família da OAB/SP. A Justiça prevê o prazo de quatro anos para que se promova a ação de exclusão de herdeiro por indignidade.

O executivo Marcos Matsunaga foi morto e esquartejado em 19 de maio e teve partes do seu corpo encontradas em Cotia (SP), no dia 27 de maio. A mulher de Marcos, Elize Matsunaga, confessou o crime e está presa na cadeia de Itapevi.

O crime exclui Elize dos direitos de herança do marido, mas a filha do casal irá herdar todos os bens do pai junto com seus outros filhos, segundo advogados ouvidos pelo G1. Já o direito de administrar esses bens, pelo menos enquanto Elize estiver presa, em julgamento, ou após uma possível condenação, não deverá ser da mãe da criança.

“O ato de indignidade regula uma pena civil para o crime, por isso ela perde também, neste momento, o direito de administrar os bens da filha. Quem deverá cuidar dessa herança será o tutor, aquele que tiver a guarda da filha do casal”, explica César Klouri, presidente da Comissão de Direito Civil da OAB/SP.

Os especialistas explicam que o tutor teria direito à administração contida dos bens, já que há negócios que só podem ser feitos com certa limitação e autorização judicial, como é o caso da venda de imóveis.

O advogado Braz Martins Neto, que cuida dos interesses da família Matsunaga na área civil, afirmou que a criança permanece sob os cuidados de uma tia, no apartamento do casal. A família Matsunaga vai visitar a menina quando quer.

A guarda da menina, ainda de acordo com o advogado, não é alvo de disputa. “A preocupação da família é que a criança esteja bem. A decisão sobre a guarda deve ser tomada em conjunto quando a família superar esse cenário de dor inicial”, declarou. O advogado afirmou ao G1 nesta quinta-feira (14) que Elize não deve estar entre os herdeiros de Marcos Matsunaga. “Por força do dispositivo 1814 do Código Civil, Elize será excluída da sucessão”, afirmou.

O código prevê que o autor, co-autor ou partícipe de homicídio doloso não receberá herança. Segundo ele, a exclusão independe de uma solicitação da família. “Nesses casos, o Ministério Público deve fazer esse pedido em favor da filha do casal. Como se trata de um menor, os direitos não permitem nenhuma concessão”, disse.

Regimes de bens

Apesar de perder os direitos sucessórios, segundo a advogada Regina Beatriz Tavares da Silva, Elize permanecerá com os bens que tem segundo o regime de bens do seu casamento, já que o crime não interfere neste direito. Isso no caso de Marcos e Elize terem sido casados em comunhão parcial de bens.

A advogada especializada em direito das sucessões e direito de família explica que em um casamento com comunhão parcial de bens, a viúva ou viúvo tem, entre seus direitos sucessórios, direito a metade de todo o patrimônio exclusivo do cônjuge adquirido antes do casamento, por doação durante o casamento, por herança durante o casamento ou ainda em substituição ao patrimônio anterior. Já entre os direitos de viúvos pelo regime de bens do casamento está o direito à metade de todo patrimônio adquirido por ele durante o casamento por compra e que não fosse substituição do que já tinha antes.

Com o crime, Elize perde todos os direitos sucessórios, mas permanece com os direitos de regime de bens, ou seja, ela teria direito à metade de todo patrimônio adquirido por Marcos durante o casamento por compra e que não for substituição do que o executivo já tinha antes.

“Ela tem direito a metade dos bens do regime de bens, já que a prática de crime não interfere neste aspecto. Já os direitos sucessórios, a chamada herança, ela perderá”, diz Regina.

Já se o casal tiver sido casado no regime de separação total de bens, Elize não terá nenhum direito sobre qualquer bem que estiver em nome do marido, e ficaria apenas com bens em seu nome e eventuais doações que tiver recebido de Marcos.

Morte

O empresário foi morto com um tiro na cabeça e esquartejado com uma faca na noite de 19 de maio no apartamento do casal, na Zona Oeste da capital paulista. No dia 27 do mês passado, pedaços do corpo foram encontrados em sacos plásticos em Cotia.

Elize foi presa no dia 5 de junho. O prazo da prisão temporária é de 15 dias. Ela confessou ter matado o marido e está detida na Cadeia Pública de uma delegacia em Itapevi, também na Grande
São Paulo.

Para a Polícia Civil, após ouvir o depoimento de nove pessoas, a investigação concluiu que o crime foi passional e não premeditado.

Elize contratou um detetive particular que flagrou Marcos traindo a mulher com uma garota de programa, função que a indiciada também exercia até conhecer o executivo.

Em seu interrogatório no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a viúva disse que discutiu com Marcos ao descobrir a traição e que só atirou com uma pistola após ter sido ofendida e agredida por ele. Ela levou cerca de quatro horas para desmembrar o corpo e colocar em três malas. A faca e as malas ainda não foram encontradas. A arma passa por perícia. Elize foi indiciada (responsabilizada formalmente pelo crime) por homicídio duplamente qualificado, por motivo cruel e fútil, e ocultação de cadáver.

O delegado Jorge Carrasco, diretor do DHPP, adiantou que deve relatar o inquérito ainda nesta semana à Justiça com um pedido de conversão da prisão temporária de Elize para preventiva, o que significa que ela pode ficar detida até um eventual julgamento. Segundo a polícia, restam apenas anexar os laudos periciais conclusivos da Polícia Técnico-Científica.
Fonte: G1/SP


- Jovem tenta matar a própria mãe a tiros em Ipuiúna, MG
Vítima foi encontrada com ferimentos na nuca e no abdômen.
Rapaz responsável pelos disparos foi preso.

Um jovem de 23 anos tentou matar a mãe com três tiros na noite desta quarta-feira (13) em Ipuiúna (MG). De acordo com a Polícia Militar, a vítima tem 47 anos e foi encontrada na própria casa, caída no chão, com perfurações na nuca e no abdômen.

Ela foi levada ao hospital da cidade, mas devido ao grave estado de saúde, precisou ser transferida para a Santa Casa de
Poços de Caldas (MG), onde passa por exames.

Segundo a polícia, que foi acionada por vizinhos que ouviram os disparos, a própria vítima contou que o responsável pelos tiros foi o filho, que atualmente mora em
Campestre (MG). Ele entrou na casa acompanhado por um outro homem e fugiu em um carro vermelho após atirar contra a mãe.

Ainda de acordo com a polícia, o rapaz foi alcançado já em Campestre e preso em flagrante. No carro em que ele estava foi encontrada uma touca ninja possivelmente usada durante o crime. A arma não foi localizada, nem o outro homem. O jovem já tinha passagem pela polícia e as causas do crime estão sendo investigadas.
Fonte: G1/ Sul de Minas



- Justiça condena homem que estuprou menina de 12 anos em ônibus no Rio
Paulo Roberto da Silva Dias foi condenado a 16 anos e 3 meses.
Crime aconteceu no dia 15 de fevereiro.


O juiz Luciano Silva Barreto condenou Paulo Roberto da Silva Dias a 16 anos e 3 meses de prisão por ter estuprado uma menina de 12 anos dentro de um ônibus no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, como mostrou o RJTV.

O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro. Paulo já havia sido condenado a 10 anos por outro crime, estava na condicional, e cometeu o estupro no dia em que deixou o Presídio Ary Franco, em Água Santa.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Fábio Barucke, da 15ª DP (Gávea), o resultado do exame de corpo de delito realizado na vítima não aponta rompimento do hímen da jovem. O delegado revelou ainda que foi constatada uma equimose de cerca de 10 centímetros, espécie de mancha vermelha, próximo à nuca da jovem.
O crime
Segundo relatou a menina, ela foi estuprada na quarta-feira (15), dentro de um ônibus. O homem entrou armado no veículo, da linha 162 (Glória/Leblon), e coagiu a vítima a ir para o último banco do coletivo.

A vítima contou à polícia que estava sozinha no ônibus quando o criminoso entrou, no Leblon, também na Zona Sul. O motorista do veículo só teria percebido o estupro, após ser comunicado por duas passageiras, já no bairro Jardim Botânico.

“Durante o trajeto entre o Leblon e o Jardim Botânico, estavam no ônibus, além do motorista, apenas a menina e o estuprador. Quando entraram outras duas passageiras no Jardim Botânico, elas gritaram, o motorista parou o veículo, e o criminoso fugiu. Testemunhas relataram que ele pegou um ônibus em direção a São Conrado”, detalhou na época Fábio Barucke.

O delegado disse que o ataque durou cerca de 14 minutos. O ônibus possui câmeras de segurança que registraram a entrada e saída do criminoso.
Fonte: G1/RJ


- Homem é preso após agredir filha com mordida no rosto, diz polícia
Caso foi registrado na delegacia de Barreiras, na região oeste da Bahia.
Ele arrombou portão para entrar na casa onde criança estava com a mãe.


Um homem de 18 anos foi preso na cidade de Barreiras, região oeste da Bahia, depois de agredir a filha de um ano e nove meses com uma mordida no rosto. Segundo o delegado titular da cidade, Joaquim Rodrigues, ele foi autuado em flagrante logo após a agressão na noite de quarta-feira (13).

De acordo com o delegado, o crime ocorreu porque a ex-mulher não deixou que ele entrasse na residência onde mora com a filha por estar bêbado. "Ele arrombou um portão, uma porta e uma janela. Ainda ameaçou a mulher e mordeu o rosto da filha", relata o investigador. A mulher acionou a Polícia Militar, que prendeu o pai em flagrante.

Ainda de acordo com o delegado, o ferimento no rosto da garota não foi grave e ela não chegou a ser encaminhada para um hospital. Após o registro da ocorrência na delegacia, a criança permaneceu sob os cuidados da mãe. "Ele foi autuado por agressão, ameaça e pelos danos que provocou na casa", completa o investigador.
Fonte: G1/BA



- Adolescente mata mulher com tiro no pescoço em MS, diz polícia
Vítima de 20 anos e adolescente de 16 anos moravam juntos há um ano.
Adolescente disse à polícia que tiro foi acidental; casal tem filha de 15 dias.


Uma jovem de 20 anos morreu após ser atingida com um tiro no pescoço na noite de quarta-feira (13), em Sonora, a 351 km de Campo Grande. Segundo a Polícia Civil, o tiro foi disparado por um adolescente de 16 anos, com quem a vítima mantinha relacionamento há um ano. O rapaz disse que o disparo foi acidental e aconteceu quando ele mostrava a arma calibre 22 para a mulher.

O delegado Fabio da Silva Magalhães disse ao G1 que a morte aconteceu por volta das 22 horas (horário de MS), quando o casal assistia televisão. Na casa, estava um amigo dos dois, outro adolescente de 16 anos, que havia levado o revólver. Este jovem havia furtado a arma há duas semanas.

A arma estava nas mãos do companheiro da vítima. O adolescente confessou que acabou disparando, mas disse que não teve a intenção. “Ele disse em depoimento que a própria vítima pediu para ver a arma e, que o tiro aconteceu porque ele apertou o gatilho sem querer, enquanto conferia se a arma estava municiada”, explica.

O próprio adolescente levou a vítima para o hospital e ela morreu durante o atendimento. A Polícia Militar foi acionada pela equipe médica.

Relacionamento

A vítima de 20 anos e o adolescente de 16 anos que atirou moravam juntos há um ano. Os dois tem uma filha de apenas 15 dias de vida. Segundo Magalhães, não há qualquer histórico de violência doméstica referente ao casal e o rapaz não tem passagem pela polícia.

A avó paterna ganhou a guarda provisória do bebê, já que o pai foi apreendido em flagrante por ato infracional análogo a homicídio doloso. O outro adolescente também foi apreendido, por conta do furto do revólver. O proprietário da arma foi localizado e também será indiciado, já que não tinha registro de porte de arma.
Fonte: G1/MS


- Polícia prende suspeito de agredir enteado a pauladas na Paraíba
Padastro foi detido em casa e confessou ter agredido adolescente.
Vítima está internada em estado gravíssimo no Hospital de Trauma em CG.


A Polícia Civil prendeu na manhã desta quinta-feira (14) um homem suspeito de ter agredido a pauladas o enteado na cidade de Alagoa Nova, no Brejo da Paraíba. De acordo com a polícia, o jovem de 23 anos confessou a agressão. Pelas investigações da polícia, o suspeito bateu duas vezes na cabeça do adolescente com um pedaço de madeira.

Ele foi preso por volta das 11h desta quinta-feira na casa em que morava com a esposa e o enteado. A polícia chegou até ele depois que o Conselho Tutelar o denunciou, já que ninguém da família da vítima havia prestado queixa. A polícia apura se o suspeito estaria recebendo ajuda de familiares da vítima.

Testemunhas disseram para a polícia e o para o Conselho Tutelar, que o homem tinha a prática de agredir a esposa e o enteado. O adolescente está internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital de Trauma em Campina Grande. O padrasto está preso na delegacia de Alagoa Nova e deve ser indiciado por tentativa de homicídio.

O Conselho Tutelar da cidade informou que ficou sabendo do fato através de uma denúncia anônima. O órgão solicita que quem conhece algum tipo de violência contra a criança e o adolescente pelo número 100. A ligação é gratuita e não é preciso se identificar.
Fonte: G1/PB


- Duas meninas de 13 anos são suspeitas de matar uma de 12 em MG
Após dois meses de estar concluído, o promotor Marcus Leite, do Ministério Público em Campina Grande, recebeu o inquérito que indicia o jogador Marcelinho Paraíba por estupro nesta quarta-feira (13). A delegada Herta de França, da Delegacia da Mulher, disse à imprensa na segunda quinzena de abril que já havia concluído o segundo inquérito do caso e encaminhado ao MP, porém, o órgão negou que tivesse recebido o documento.

O Ministério Público disse que emitiu dois oficios à delegada para que ela entregasse o inquérito. O último, entregue na terça (12), dizia que Herta deveria encaminhar o documento imediatamente, sob pena de crime por desobediência. O G1 tentou entrar em contato com a delegada para saber o motivo do atraso de dois meses, mas ela não atendeu aos celulares e nem se encontrava na delegacia.

Segundo Marcus Leite, promotor responsável pelo caso, o inquérito ainda vai ser apreciado e ele tem um prazo de 15 dias para definir qual a posição do Ministério Público sobre o caso, ou seja, se vai denunciar o jogador. O promotor Romualdo Tadeu, anteriormente responsável pelo caso, rejeitou o primeiro inquérito por falta de provas e o devolveu à delegacia. Herta de França tinha um mês, a partir de março, para fazer novas diligências e então entregar o novo documento.

De acordo com informações passadas pela delegada à época que garantiu que o inquérito estava concluído, Marcelinho Paraíba foi indiciado com base no artigo 213 do Código Penal Brasileiro, que criminaliza o constrangimento mediante violência ou ameaça, com a finalidade de ter conjunção carnal ou a praticar qualquer outro ato libidinoso. O promotor Marcus Leite não pode confirmar o indiciamento porque ainda não analisou o processo.

Logo depois da notícia de que a Polícia Civil manteve o indiciamento do jogador, o advogado de defesa Afonso Vilar declarou que esperava o arquivamento do inquérito por parte do Ministério Público da Paraíba. Para o representante do indiciado, a delegada Herta de França apenas acrescentou novos depoimentos ao inquérito, mas não apresentou provas de que o jogador seria o responsável pelas lesões encontradas na advogada que o denunciou. Segundo a mulher que diz ter sido atacada, o jogador a teria machucado e ameaçado ao forçar beijos durante uma festa.

Entenda o casoDe acordo com o delegado Fernando Zoccola, a suposta vítima afirmou em depoimento que o crime aconteceu de madrugada em uma festa no sítio do jogador em sua cidade natal, Campina Grande, para comemorar a ascenção do Sport, time em que jogava, à Série A do Campeonato Brasileiro. O caso aconteceu em novembro de 2011.

Segundo ela, Marcelinho forçou um beijo e a agrediu, puxando seus cabelos. A mulher apresentava cortes na boca e foi levada para a Unidade de Medicina Legal (UML) para ser submetida a um exame de corpo de delito.

Além de Marcelinho Paraíba, outros três amigos foram detidos durante o tumulto. Eles foram indiciados por resistência à prisão e desacato a policiais militares. Na ocasião o jogador chegou a ser preso no presídio Serrotão e foi liberado após uma determinação da Justiça.

Durante as investigações o irmão da vítima, o delegado Rodrigo Pinheiro, foi afastado de suas atividades na 5ª Delegacia Distrital de Campina Grande depois de ter sido acusado pelo jogador de ter voltado à festa com a Polícia Militar e ter efetuado disparos, após ter tirado a irmã do local.

Em entrevista no dia da prisão do atleta, Rodrigo Pinheiro negou ter atirado e disse que, na verdade, os policiais militares efetuaram alguns disparos para cima porque estavam sendo cercados por pessoas armadas que queriam impedir a prisão de Marcelinho.
Fonte: G1/PB

Segundo polícia, vítima foi morta a facadas e com golpes de barra de ferro.
Crime foi em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de BH.


Uma menina de 12 anos foi morta a facadas e com golpes de barra de ferro em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, as duas suspeitas têm 13 anos e estão apreendidas.

Ainda segundo a corporação, elas confessaram o crime. A morte foi no dia 27 de maio, mas o corpo foi encontrado nesta quarta-feira (7), em um local conhecido como Mata do Japonês.

A polícia informou que as duas adolescentes usaram de requintes de crueldade durante o crime. A corporação não soube informar a motivação da morte.
Fonte: G1/MG


- Homem é preso depois de ameaçar mulher de morte em Votorantim, SP
Agressor segurava um recipiente contendo gasolina.
Caso foi enquadrado na Lei Maria da Penha.


Um homem foi preso depois de ameaçar matar a ex-companheira e o filho na noite desta quarta-feira (13), em
Votorantim (SP). Segundo a polícia, ele discutiu com a mulher, furou os pneus do carro dela e a ameaçou com um recipiente contendo gasolina.

O agressor foi contido por um policial que estava fora do horário de serviço. O reforço foi chamado e o homem foi levado para a delegacia da cidade, onde o caso foi enquadrado na Lei Maria da Penha.

Foi estipulada uma fiança de quatro salários mínimos, mas o suspeito não pagou e foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Sorocaba (SP).
Fonte: G1 Sorocaba e Jundiaí


- Menina de 4 anos some durante culto em igreja
O irmão de uma menina de 4 anos que desapareceu durante culto dentro de uma igreja evangélica no Cambuci, região central de São Paulo, ajudou ontem a Polícia Civil a fazer o retrato falado de um suspeito. De acordo com o relato do menino de 8 anos, o homem estava perto da irmã e teria passado a mão nos cabelos de Brenda Gabriela da Silva minutos antes de ela sumir.

A diarista Geissa Maria da Silva, de 31 anos, disse que foi à Igreja Pentecostal Deus é Amor na tarde de sábado para pedir uma oração para o filho mais novo, de 9 meses. Além do bebê, a diarista levou o casal de filhos. A diarista também é mãe de uma menina de 11 anos e uma adolescente de 14, que ficaram em casa.

"A igreja estava lotada, mas consegui pedir a oração para que meu bebê melhorasse da broncopneumonia. Na hora em que virei, vi meu filho sozinho e comecei a procurar a Brenda de um lado para o outro", contou a diarista. O templo tem capacidade para 36 mil pessoas sentadas, mas tinha o dobro de fiéis por causa da comemoração dos 50 anos da igreja fundada pelo pastor David Miranda.

Geissa passou a procurar a criança nas dependências da igreja e depois foi até a rua ver se a encontrava nas proximidades. "Um homem viu o meu desespero na rua e me levou até uma delegacia que fica perto de restaurantes japoneses, onde deixei uma foto. Não fizeram o B.O. porque eu estava sem os documentos da Brenda", afirmou a diarista, referindo-se ao 1º DP (Sé). Ela só procurou a Polícia Civil novamente na segunda-feira, dessa vez com o auxílio de um funcionário da igreja. "Pensei que a delegacia ficava fechada aos domingos", disse Geissa, que é analfabeta.

O desaparecimento foi registrado no 8º DP (Brás), mas desde anteontem passou a ser investigado pelo 6º DP (Cambuci). Inicialmente, Geissa relatou que sua filha havia desaparecido no domingo. "Eu estava muito nervosa e me confundi", disse. O advogado Adrian Costa, do departamento jurídico da Deus é Amor, disse que ontem estava separando as imagens feitas pelas câmeras da igreja durante o culto no sábado. "Ela não procurou o segurança da igreja para anunciar o desaparecimento da filha", afirmou o advogado.

O delegado José Gonzaga Pereira da Silva Marques, titular do 6º DP, disse que as imagens feitas na igreja no domingo não trouxeram pistas do paradeiro da menina. "Só tem imagens de multidão. Esperamos que a mãe tenha certeza de que o desaparecimento foi no sábado e torcemos para que nessas imagens tenha menos gente", disse. O delegado descartou que a menina tenha sido levada pelo pai, pois ele compareceu ontem na delegacia para prestar esclarecimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Fonte: Agência Estado


- Irmãos vão a júri popular por morte de jovem no dia dos namoradosCrime ocorreu no subúrbio de Salvador, em junho de 2005.
Seguro de vida da vítima é apontado como motivo do homicídio.


Dois irmãos vão a júri popular na manhã desta quinta-feira (14), no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador, sete anos após a morte violenta de uma jovem de 24 anos, que era noiva de um dos acusados. O crime ocorreu no dia dos namorados do ano de 2005, quando ela foi morta asfixiada, além de ter sofrido agressões. Segundo o Ministério Público da Bahia, eles podem ser condenados a pelo menos 33 anos de prisão.

O júri popular, presidido pelo juiz Vilebaldo Freitas, ocorre no salão do 2º Tribunal do Júri do Fórum Ruy Barbosa, no centro de Salvador. De acordo com o MP-BA, a jovem foi convencida na época a fazer um seguro de vida no valor de R$ 460 mil, colocando o noivo como dependente. O irmão dele também seria beneficiado.

Segundo o promotor de Justiça Davi Gallo, que atuou no caso na ocasião do crime, o casal havia ficado noivo poucos dias antes do crime, cometido com requintes de crueldade. O rapaz amarrou a noiva e tentou primeiro asfixiá-la. Inconsciente, a vítima foi amarrada com uma corda a um carro dirigido pelo irmão e arrastada durante alguns minutos. Ao verificar que ela ainda respirava, o noivo colocou um saco plástico na cabeça da vítima, que recebeu vários golpes no rosto.

Além desta jovem, há registro de que outras namoradas já foram exploradas pelo criminoso que, em depoimento disse que se inspirou em um seriado policial para alugar um carro e utilizar luvas para matá-la.
Fonte: G1/BA


13/06/2012

- Executivo da Yoki morreu por trauma no crânio causado pelo tiro, diz laudoPolícia divulgou nesta quarta-feira (13) dados do Instituto Médico Legal.
Marcos Matsunaga levou tiro a curta distância do lado esquerdo.


A Polícia Civil divulgou nesta quarta-feira (13) o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) que aponta a causa da morte do executivo da Yoki, Marcos Matsunaga, em 19 de maio. A mulher dele, Elize, confessou ter matado o marido por ciúmes. O laudo aponta que Marcos teve traumatismo craniano encefálico produzido por arma de fogo. O tiro foi disparado a curta distância no lado esquerdo. O laudo será anexado ao pedido de prisão preventiva de Elize Matsunaga, que será encaminhado nesta quinta-feira (14) para o Fórum de Cotia. A polícia ainda aguarda outros laudos, como o da reconstituição do crime, que deve ficar pronto em 30 dias.

O diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) , Jorge Carrasco, disse nesta quarta-feira que poderá ouvir novamente Elize se o que foi apontado no laudo não estiver de acordo com a versão apresentada por ela.

Ele disse que diante de alguns questionamentos feitos por advogados a investigação prosseguirá. Uma das principais dúvidas é se ela agiu sozinha.

Exame de paternidadeLuiz Flávio D'Urso, presidente licenciado da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP) e advogado contratado pela família de
Marcos Matsunaga para acompanhar o inquérito que investiga a morte do executivo, disse que vai pedir exame de paternidade da filha de Elize Matsunaga.

D'Urso, no entanto, negou que a família tenha desconfiança de quem seja o pai da menina. "Considerando que o caso trouxe uma série de surpresas desagradáveis, levando-se em conta a tragédia de um homicídio da forma que ocorreu, com um esquartejamento, como estamos dentro de uma situação bárbara sob todos os aspectos, creio que tudo o que diz respeito ao Marcos e à Elize merece ser investigado, inclusive a filha do casal", justificou D'Urso.

Para o advogado, mais pessoas precisam ser ouvidas no inquérito que investiga o crime. "Ele ficou 12 horas rodando com o veículo com partes do corpo do Marcos dentro. Ela não abasteceu (o carro)? Onde foi que abasteceu? Tem de ouvir o frentista do posto. Tem de ouvir o policial que a parou. A família quer que tudo seja investigado, que tudo seja apurado", completou, referindo-se ao fato de Elize ter sido parada em uma rodovia paulista por policiais no dia 20 de maio, quando descartou os sacos com as partes do marido que havia esquartejado em mata próxima à estrada de Cotia, na Grande São Paulo.

AcompanhanteA equipe de reportagem do Jornal Nacional teve acesso ao depoimento da mulher que esteve com o executivo na véspera do assassinato dele e que teria motivado a briga entre o empresário e
Elize Matsunaga. A Justiça de São Paulo negou nesta terça-feira (12) o pedido de liberdade da viúva e assassina confessa do empresário.

No depoimento de quatro páginas, a suposta amante diz que o primeiro encontro com Marcos aconteceu em 13 de fevereiro e que se encontrava com ele duas vezes por semana. Pelos serviços de acompanhante, ela recebia R$ 4 mil por mês

A mulher disse à polícia que viajou com Marcos para a cidade de Marília, no interior de São Paulo, para conhecer a fábrica da Yoki. E foi apresentada como compradora de amendoim. Em uma outra viagem, foram para Montevidéu, no Uruguai. Segundo a moça, Marcos dizia que seu casamento não estava bom, que brigava bastante.

Ainda segundo ela, ele mostrou arranhões no braço e disse que tinha sido agredido por Elize, em uma das brigas do casal. Marcos teria comentado que queria se separar.

A mulher disse que o executivo fez um acordo: se ela tirasse as fotos do site de acompanhantes, ele pagaria R$ 27 mil por mês a ela. O primeiro pagamento, segundo ela, foi no dia 4 de maio.

Segundo o depoimento, entre os dias 20 e 30 do mês passado, ela relatou que Marcos não fez contato. O executivo havia sido morto na noite do dia 19 de maio.

Nesta terça-feira, a Justiça negou o pedido de suspensão da prisão temporária feito pelos advogados de Elize Matsunaga. Segundo o juiz, ela confessou o crime e deve continuar presa pelo menos até que as investigações sejam concluídas.

Em seu despacho, o juiz Théo Assuar Gragnano, o mesmo que decretou a prisão temporária de Elize em 4 de junho, negou a solicitação do advogado de Elize, Luciano Santoro.

"Não se pode, à míngua de qualquer elemento probatório, presumir que a autoridade policial esteja protelando desnecessariamente a conclusão das investigações (...) Com essas considerações, não demonstrada a alegada ausência de diligências pendentes de realização, indefiro o pedido de revogação da prisão temporária", escreveu o juiz Gragnano em sua decisão.

A defesa queria a revogação da prisão por entender que ela é "ilegítima", já que a Polícia Civil informou que o caso está encerrado, restando apenas os resultados dos laudos periciais. O advogado de Elize, Luciano Santoro, disse que ainda não decidiu se vai apresentar um novo pedido de habeas corpus nos próximos dias. "Creio que vamos esperar o inquérito ser relatado e a Justiça se pronunciar sobre algum possível pedido de prisão preventiva para decidir sobre que medida tomar", disse.

MorteO empresário foi morto com um tiro na cabeça e esquartejado com uma faca na noite de 19 de maio no apartamento do casal, na Zona Oeste da capital paulista. No dia 27 do mês passado, pedaços do corpo foram encontrados em sacos plásticos em Cotia.

Elize foi presa no dia 5 de junho. O prazo da prisão temporária é de 15 dias. Ela confessou ter matado o marido e está detida na Cadeia Pública de uma delegacia em Itapevi, também na Grande São Paulo.

Para a Polícia Civil, após ouvir o depoimento de nove pessoas, a investigação concluiu que o crime foi passional e não premeditado.

Elize contratou um detetive particular que flagrou Marcos traindo a mulher com uma garota de programa, função que a indiciada também exercia até conhecer o executivo.

Em seu interrogatório no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a viúva disse que discutiu com Marcos ao descobrir a traição e que só atirou com uma pistola após ter sido ofendida e agredida por ele. Ela levou cerca de quatro horas para desmembrar o corpo e colocar em três malas. A faca e as malas ainda não foram encontradas. A arma passa por perícia. Elize foi indiciada (responsabilizada formalmente pelo crime) por homicídio duplamente qualificado, por motivo cruel e fútil, e ocultação de cadáver.

O delegado Jorge Carrasco, diretor do DHPP, adiantou que deve relatar o inquérito ainda nesta semana à Justiça com um pedido de conversão da prisão temporária de Elize para preventiva, o que significa que ela pode ficar detida até um eventual julgamento.

Segundo a polícia, restam apenas anexar os laudos periciais conclusivos da Polícia Técnico-Científica. Entre os resultados dos exames que são aguardados, estão os feitos pelo Instituto de Criminalística (IC), sobre qual foi a arma do crime, e do Instituto Médico-Legal (IML), que realiza exame de DNA para identificar o sangue achado no apartamento do casal. Outros laudos que restam são o necroscópico e a de local de crime.

A filha do casal, uma menina de pouco mais de 1 ano de idade, está sob cuidados de uma tia materna no prédio onde ocorreu o crime.
Fonte: G1/SP


- Acusada deve esmagar crânio da filha de 15 anos vira ré em ação em MT
Adolescente de 15 anos foi morta por espancamento em abril em Cuiabá.
Ex-marido da dona de casa vai responder por ter limpado cena do crime.


A Justiça de Mato Grosso recebeu denúncia contra a dona de casa de 37 anos acusada de matar a própria filha, Rosilda Ferreira da Silva, de apenas 15 anos, dentro da residência da família em Cuiabá. Um laudo da necrópsia apontou que a jovem teve o crânio esmagado e uma das orelhas arrancadas.

A acusada, que encontra-se presa, vai responder por homicídio qualificado em processo criminal que está em tramitação na Segunda Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Além da mãe, o ex-marido da suspeita também vai responder na Justiça por ter tentado descaracterizar a cena do crime. Ele teria trocado a roupa da filha e limpado o sangue do local do crime, segundo a polícia. A jovem foi encontrada toda ensanguentada dentro da casa, no dia 27 de abril, no bairro Novo Paraíso, e foi levada às pressas para o Pronto-Socorro. No entanto, a adolescente não resistiu aos ferimentos e morreu dias após a agressão.

“As lesões da menina se concentram todas no crânio, principalmente na parte posterior na região da nuca. Ela está com a orelha esquerda dilacerada. E na casa não há vestígios do sangue que tinha no local e também a mãe trocou as vestes da adolescente”, ressaltou a delegada Juliana Chiquito Palhares, que atendeu a ocorrência na época. Para Palhares, a mãe se mostrou muito fria em relação ao crime.

Porém, no local do fato, a suspeita alegou à PM que a menina e o irmão dela de 11 anos foram dormir por volta das 20h do dia 26 e que acordou de madrugada com os latidos de um cachorro. Nesse momento, disse ter ouvido os gemidos da filha e foi até o quarto dela, onde se deparou com a filha toda ensanguentada na cama. Em seguida, afirmou ter saído para pedir ajuda dos vizinhos e do ex-marido, que também foi preso.

Ao receber a denúncia, o juiz Jeverson Luiz Quinteiro também designou audiência para o dia 22 de junho deste ano, às 15h30, onde serão ouvidas as testemunhas de acusação e defesa e será feito o interrogatório dos réus. A defesa dos acusados tem dez dias para se manifestar sobre o caso.
Fonte: G1/MT


- Dono de site que uniu Elize e diretor diz que não controla acompanhantes
Ele afirma que 'não há intermediação, ingerência ou lucro' sobre encontros.
Promotoria e Polícia Civil afirmam que sites de acompanhantes são legais.

Imagem mostra anúncio de novembro de 2004
com foto de Elize (Foto: Arquivo/Reprodução)

O proprietário do site que hospedou o anúncio de Elize Matsunaga quando ela trabalhava como acompanhante afirmou ao G1 nesta quarta-feira (13) que seu negócio é legal e que não controla "contatos, datas e horários dos compromissos" das garotas com os clientes. “Não há intermediação, ingerência ou lucro”, disse.

De acordo com a investigação da polícia sobre a morte do executivo Marcos Matsunaga, diretor-executivo da Yoki, o site foi utilizado pelo empresário para encontrar Elize, com quem se casou. O executivo também encontrou a amante Natália através do site.

O executivo foi morto e esquartejado em 19 de maio e teve partes do seu corpo encontradas em Cotia (SP), no dia 27 de maio. A mulher de Marcos, Elize Matsunaga, confessou o crime e está presa na cadeia de Itapevi.

“Esclareço que o site MClass é somente uma empresa de classificados na internet (...), que divulga os anúncios das acompanhantes com dados e imagens após as mesmas assinarem um contrato de autorização e veiculação de anúncio, com as devidas comprovações de maioridade”, afirmou Rodrigo dos Santos ao G1, por email.

A equipe de reportagem localizou na internet um anúncio com foto de Elize, com data de novembro de 2004. No anúncio, ela apresentava uma breve descrição: "Sou uma loirinha muito carinhosa. Você não vai se arrepender." O anúncio não está mais disponível, mas nele ela ainda acrescentava medidas e dados. Elize se apresentava como Kelly.

À época, ela dizia ter 18 anos, quando na verdade tinha 24, e informava ter 1,65m, 50 kg e manequim 36.De acordo com Santos, o site recebe meio milhão de visitantes por dia. Ele afirmou que sua empresa não tem conhecimento dos tratos entre os visitantes e assinantes e as acompanhantes, já que os contatos são feitos diretamente pelo telefone particular das anunciantes. “Nossas receitas advêm das mensalidades dos nossos assinantes.” A assinatura custa R$ 34,90.

Legalidade

De acordo com especialistas, os limites entre a legalidade e a ilegalidade de sites de anúncio de prostituição podem ser bastante tênues, vindo ou não a configurar o crime de rufianismo, previsto no artigo 230 do Código Penal Brasileiro.

De acordo com o Código Penal, o crime de rufianismo é caracterizado quando se tira “proveito da prostituição alheia, participando diretamente de seus lucros ou fazendo-se sustentar, no todo ou em parte”. A definição, portanto, delimita o tipo de site considerado criminoso no Brasil.

Para a ONG SaferNet Brasil, não é possível enquadrar todos os sites com esse perfil em uma única categoria. Há sites, segundo a organização, que vendem espaço para o anúncio de serviços sexuais e outros que agenciam, recrutam, facilitam inclusive viagens.

O site que se limita a vender espaço publicitário geralmente não está cometendo atividade ilegal. De acordo com a Polícia Civil de
São Paulo, sites com anúncios de acompanhantes não configuram crime já que a prostituição no Brasil não é crime. Nestes sites, ainda segundo a polícia, cada garota de programa apresenta números telefônicos pessoais, portanto não há configuração de agenciamento.

“Partindo da premissa que essas mulheres são maiores de idade e capazes, não há vocação criminosa para esses sites, até porque a prostituição no Brasil não é considerada crime. Pode haver apenas uma reprovação moral por parte das pessoas, mas a oferta de serviços de natureza sexual não é considerada criminosa”, explica o promotor de Justiça Tomás Ramadan.

São consideradas criminosas, no entanto, as práticas de agenciamento e exploração da prostituição, ou rufianismo.

“Em geral as acompanhantes que aparecem nesses sites pagam por seus anúncios e recebem seus clientes em apartamentos alugados, então não há como punir isso, porém se for comprovada a exploração da prostituição, ou a submissão de menores a práticas sexuais, a conduta configura crime”, diz.

Páginas denunciadas

De acordo com a SaferNet, entre abril de 2010 e março de 2012, pelo menos 987 páginas de internet foram denunciadas por conteúdo criminoso relacionado ao tráfico de pessoas, tanto interno quanto internacional. Dentre essas páginas, cinco organizações criminosas destinadas ao aliciamento e recrutamento de modelos para prostituição foram identificadas.

A ONG não recebe denúncias específicas de rufianismo, mas afirma que há casos do crime que se enquadram nas denúncias de tráfico de pessoas.

Já casos de páginas que dão espaço à exploração sexual de crianças e adolescentes são criminosas. A denúncia mais comum, segundo a SaferNet, tem sido de sites com a divulgação de imagens contendo cenas de violência e abuso sexual de crianças. Nos últimos seis anos, cerca de 300 mil páginas com conteúdo impróprio foram denunciadas e mais de 20 mil casos foram confirmados pela Polícia Federal.
Fonte: G1/SP



- Jovem de 23 é preso por manter esposa em cárcere privado
Mulher era impedida de sair de casa em Congonhal (MG).
Ela conseguiu fugir depois dele obrigá-la a manter relações sexuais.


Um rapaz de 23 anos foi preso em flagrante em Congonhal (MG) por manter a esposa em cárcere privado, dentro da própria casa. Segundo a Polícia Militar, a mulher não podia sair de casa e vivia sob constante ameaça do marido. Ainda conforme a polícia, na madrugada desta terça-feira (12), o homem obrigou a mulher a manter relações sexuais com ele. Em um descuido do marido, ela conseguiu fugir e chamou a polícia.

Segundo a polícia, a mulher ainda não havia registrado boletim de ocorrência sobre a agressão.
Fonte: G1 do Sul de Minas




12/06/2012
'Prisão temporária de Elize é ilegítima', diz advogado

Defensor entrou com pedido de liberdade na Justiça em Cotia, Grande SP.
Mulher confessou matar e esquartejar marido; ela está presa em Itapevi.


A defesa de Elize Araújo Kitano Matsunaga, de 30 anos, entrou na segunda-feira (11) com um pedido de liberdade na Justiça em Cotia, na Grande São Paulo, para que a viúva do diretor da Yoki Marcos Kitano Matsunaga, de 41 anos, indiciada pelo assassinato do marido, responda pelo crime solta. “A prisão temporária é prisão para investigação, quando o indiciado tem de ficar preso para não atrapalhar as investigações. O delegado disse que as investigações se encerraram. Desse modo, a prisão temporária de Elize é ilegítima", disse o advogado da viúva, Luciano Santoro, nesta terça-feira (12) ao G1.
O empresário foi morto com um tiro na cabeça e esquartejado com uma faca na noite de 19 de maio no apartamento do casal, na Zona Oeste da capital paulista. No dia 27 do mês passado, pedaços do corpo foram encontrados em sacos plásticos em Cotia.

Elize está presa temporariamente, por determinação do juiz Théo Assuar Gragnano, desde 5 de junho. O prazo da prisão é de 30 dias. Ela confessou ter matado o marido e está detida na Cadeia Pública de uma delegacia em Itapevi, também na Grande SP.

Até por volta das 12h, o Tribunal de Justiça em São Paulo (TJ-SP), não tinha informações sobre se o juiz em Cotia havia recebido o pedido de liberdade.

Para a Polícia Civil, após ouvir o depoimento de nove pessoas, a investigação concluiu que o crime foi passional e não premeditado. Elize contratou um detetive particular que flagrou Marcos traindo a mulher com uma garota de programa, função que a indiciada também exercia até conhecer o executivo. Em seu interrogatório no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a viúva disse que discutiu com Marcos ao descobrir a traição e que só atirou com uma pistola após ter sido ofendida e agredida por ele. Ela levou cerca de quatro horas para desmembrar o corpo e colocar em três malas. A faca e as malas ainda não foram encontradas. A arma passa por perícia.
A filha do casal, uma menina de pouco mais de 1 ano de idade está com uma tia materna no prédio onde ocorreu o crime.

Elize foi indiciada (responsabilizada formalmente pelo crime) por homicídio duplamente qualificado, por motivo cruel e fútil, e ocultação de cadáver.
O delegado Jorge Carrasco, diretor do DHPP, adiantou que deve relatar o inquérito ainda nesta semana à Justiça com um pedido de conversão da prisão temporária de Elize para preventiva, o que significa que ela pode ficar detida até um eventual julgamento. Segundo a polícia, restam apenas anexar os laudos periciais conclusivos da Polícia Técnico Científica. Entre os resultados dos exames que são aguardados, estão os feitos pelo Instituto de Criminalística (IC), sobre qual foi a arma do crime, e do Instituto Médico Legal (IML), que realiza exame de DNA para identificar o sangue achado no apartamento do casal. Outros laudos que restam são o necroscópico e a de local de crime.

Requisitos da prisão
A defesa de Elize também questiona a possibilidade de que a sua cliente tenha a permanência prolongada na cadeia por causa da conversão da prisão. “Quanto à intenção da polícia em pedir a Justiça a conversão da temporária para preventiva, não há requisitos para isso. Os requisitos para a preventiva são: risco de fuga do indiciado se ele estiver em liberdade, atrapalhar a produção da prova e reiterar a prática do crime. Nenhum dos três requisitos está presente", disse o advogado Luciano Santoro.


Para Santoro, Elize poderia ter fugido antes e agora não o faria se for colocada em liberdade.  "Elize teve 15 dias para fugir, do dia 20 ao dia 4, quando foi decretada a prisão dela, e não o fez. Ela colaborou, participou das diligências, indicou os locais por onde passou, colaborou na produção da prova. Enfim, é ilógico pensar que ela também possa reiterar a prática do crime porque a vítima está morta”, disse o advogado da viúva, Luciano Santoro.
Segundo Santoro, sua cliente jamais teve intenção de matar o marido. “Foi um ato impensado. O início da discussão se deu pela traição. Ele negou, ela colocou a questão do detive, ele deu tapa na cara dela, a ofendeu, a humilhou, ela pegou a arma, ele disse que ela era fraca, que iria falar que era garota de programa e tiraria a filha dela e ficaria com a guarda da criança, que tinha dinheiro. Ela se sente arrependida. Ela disse que se pudesse voltar no tempo jamais teria apertado o gatilho”, contou Santoro.

Da traição ao crime
Elize, que já disse em interrogatório ter sido traída pelo marido havia dois anos, quando soube que ele se envolveu com uma funcionária da
Yoki, passou a desconfiar de Marcos quando ele saía de casa. Ela contratou um detetive, que passou a seguir o empresário e o filmou e o fotografou na companhia de uma outra mulher.
A garota de programa já prestou depoimento no DHPP e confirmou o envolvimento amoroso com a vítima. Ela falou na sexta-feira (8) que chegou a ganhar um carro Pajero, avaliado em R$ 100 mil, do diretor.
No dia da gravação, Elize estava viajando para o Paraná, onde mora a mãe. As imagens chegaram ao conhecimento dela no dia 19 de maio. No mesmo dia, ela questionou o marido sobre a descoberta da traição. A mulher disse, em depoimento à polícia, que o marido ficou irritado com a "audácia dela de colocar um detetive atrás dele com o dinheiro dele" e a chamou de "vadia e vaca". Segundo Elize, ele ficou nervoso, se levantou e deu um tapa no rosto dela.

A jovem contou que o marido ameaçou "sumir com a filha" e interná-la "para que ela não levasse a filha para longe dele". Foi nesse momento que Elize afirma ter apontado para a cabeça do marido uma pistola 380, que o próprio Marcos Matsunaga havia dado de presente à mulher e que estava em uma cômoda da sala. Ela relatou que o executivo "começou a rir e a chamá-la de fraca e burra" e que voltou a ameaçá-la: "Disse que a vara da família ia saber que ela era prostituta e que ela não tinha condições de ficar com a filha".
Dez horas depois do crime, ela cortou o corpo de Marcos em pedaços. Por volta das 11h do dia seguinte, Elize apareceu em imagens gravadas no elevador de serviço, com três malas, deixando o prédio na Vila Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo. Ela disse à polícia que iria para o Paraná, mas resolveu voltar.
Os pedaços do corpo de Marcos foram jogados em cinco lugares diferentes na região de Cotia. As malas foram jogadas em uma caçamba e a faca, na lixeira de um shopping.

Doze horas depois de sair de casa, ela reaparece nas imagens do elevador do prédio sem as malas.
Quando Elize voltou para casa, no domingo à noite, uma das três empregadas do casal, estava no apartamento. A funcionária diz que não notou nada diferente quando chegou, mas que, no dia seguinte, Elize fez pedidos incomuns. “Lavar os lençóis, lavar o cobertor, tirar capa de edredom. Aí eu falei pra ela ‘dá pra esperar um pouquinho mais tarde?’ Ela falou: ‘Não, vamos tirar agora.’ Aí eu fui até o quarto com ela e tirei”, contou.

A mulher diz que notou a ausência do executivo e perguntou pelo patrão. "Eu coloquei a mesa do café, ela tomou café, eu perguntei: ‘O seu Marcos não vai tomar café?’ Ela falou: ‘Não, ele não dormiu em casa’. Chegou a hora do almoço, eu coloquei dois lugares como sempre. Ela almoçou, tornei a fazer a pergunta. ‘Ele não vem almoçar?’ ‘Não, ele não vem almoçar’. Na hora da janta eu fiz a mesma pergunta: ‘Eu coloco dois lugares ou um?’ ‘Não, coloca os dois, de repente ele aparece pra almoçar, pra jantar.’ E aí ele não apareceu, e a gente parou de fazer pergunta.”
Fonte: G1/SP


- Homem mata mulher e pede para filho avisar a polícia do crime nos EUA
'Meu pai acabou de matar minha mãe', disse o menino de 13 anos.
Após matar a esposa com faca, homem beijou os filhos e se entregou.



Um homem matou sua ex-mulher fora de um apartamento neste domingo (10) nos EUA quando ela chegou para buscar os dois filhos do casal e, depois do crime, ele pediu para um deles ligar para a polícia para relatar o ataque, segundo a instituição.

O garoto, de 13 anos, ligou para o 911 após o assassinato na manhã de domingo em Grove City, no estado de Ohio.

"Meu pai acabou de matar minha mãe. Ele só me disse para ligar para vocês", disse o menino em uma chamada gravada. "Ele simplesmente saiu correndo e matou minha mãe, e ela está deitada na grama em frente ao nosso apartamento."

Enquanto o atendente contatava os oficiais para responder à chamada, o menino pedia pelo para que não machucassem seu pai.

"Por favor, gente, não façam nada com ele na minha frente, por favor", disse ele. "Ele não está armado."

Em seguida, o garoto entregou o telefone para seu pai, que disse ao atendente que ele não tinha a intenção de machucar ninguém e que a única arma que ele tinha era uma faca que foi deixada para fora do corpo. Ele perguntou se podia beijar os filhos, disse-lhes que os amava, e então disse que estava indo para a porta da frente para atender a polícia.

Os policiais encontraram Candice Rodrigues, 36, morta em uma área gramada, envolta por um cobertor. Seu ex-marido Jeremy Roberts, 38 anos, estava perto dela quando foi preso.

Ele foi acusado de homicídio e fez sua primeira aparição segunda-feira (11) no Tribunal Municipal de Franklin County. A fiança foi fixada em US$ 250.000 em dinheiro e ele permanece sob custódia na cadeia.

A próxima audiência de Jeremy Roberts no tribunal está agendada para 20 de junho. Um defensor público foi nomeado para ele, mas os registros do tribunal não listam um advogado.

Um parente da mulher que atendeu ao telefone disse ao jornal “The Columbus Dispatch” que a polícia aconselhou a família a não comentar.
Fonte: G1, com agências internacionais
 


- Casal planeja assassinato de jovem nos EUA usando Google e Facebook
Informações sobre como matar uma pessoa foram obtidas no buscador.
Discussão de casal pelo Facebook foi usada como prova pela polícia.


Um casal acusado de assassinar uma jovem de 19 anos no estado da Flórida, nos Estados Unidos, teria usado o Google, o Facebook e no fórum on-line "GoLiveWire.com" para obter informações de como matar uma pessoa. O crime ocorreu no dia 24 de março.

De acordo com o site "Digital Trends", o casal James Ayers, de 32 anos, e Nicole Okrzesik, de 23, pesquisaram no Google usando um smartphone por termos como "como sufocar alguém", "como envenenar alguém", "químicos para fazer uma pessoa desmaiar" e outros termos para planejar o assassinato de Juliana Mensch, de 19 anos. Ela morreu por estrangulamento.

Segundo a polícia, Juliana morava com o casal na cidade de Fort Lauderdale e, enquanto estava desacordada no chão, Ayers e Nicole discutiram no Facebook sobre o que poderiam fazer com o corpo após matá-la. Em seguida, continuaram a discussão por meio de mensagens de texto no celular que foram encontradas pela polícia.

O motivo do assassinato foi roubar o dinheiro de Juliana para comprar drogas, de acordo com a polícia. Horas depois de cometer o crime, o casal publicou uma foto na rede social que mostrava os dois se divertindo em um bar.

Ayers se entregou à polícia e é acusado de assassinato e será julgado no dia 25 de junho. Nicole, antes de ser presa no dia 10 de maio, se internou em uma clínica de reabilitação para viciados em drogas. Ela só foi presa por conta das provas das pesquisas no Goole e pelas conversas no
Facebook e nas mensagens de texto pelo celular.
Fonte: G1/SP


- Preso ex-marido suspeito de matar jovem a facadas no interior de SP
Rapaz de 29 anos confessou crime e foi detido em Américo Brasiliense.
Homicídio teria sido motivado por ciúmes, segundo a Polícia Civil.


Foi preso nesta segunda-feira (11) em Américo Brasiliense (SP) o homem suspeito de matar a facadas uma operadora de caixa de 24 anos no fim do mês de maio. Segundo informações da Polícia Civil, o mototaxista de 29 anos era ex-marido da vítima e confessou o crime, que teria sido motivado por ciúmes. O homicídio aconteceu em frente a casa onde a jovem morava com a filha de dois anos no Jardim Ponte Alta.

A polícia informou que durante os depoimentos, o mototaxista confessou ter golpeado a vítima, mas que agiu em legítima defesa, já que eles teriam tido uma discussão e ela estaria segurando uma faca para tentar agredi-lo.

De acordo com a Polícia Civil, uma testemunha presenciou uma discussão entre a jovem e um homem momentos antes do crime. Em seguida, populares chamaram a polícia avisando que havia uma mulher ferida caída em frente a residência.

A jovem chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e foi encaminhada para a Santa Casa de Araraquara (SP), mas não resistiu aos ferimentos. Na noite do crime, a filha da vítima havia dormido na casa de parentes.

O rapaz foi levado para a Cadeia de São Carlos (SP) e deverá ser transferido nesta terça-feira (12) para a Penitenciária de Araraquara (SP) onde cumprirá o mandado de prisão preventiva. Ele deverá aguardar preso pelo julgamento.
Fonte: G1 Araraquara e Região.





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