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Serial Killers - Parte XI - Mitos Sobre Serial Killers Parte 6

#6: ELES SÃO TODOS BRANCOS Contrariando o mito popular, nem todos os serial killers são brancos. Serial killers existem em todos os gr...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Notícias da Semana: 23/06/2012 - 29/06/2012



29/06/2012

-Delegado descarta buscas pelo corpo de Eliza em local indicado por carta
Segundo Wagner Pinto, informação era 'improcedente'.
Mensagem anônima baseada em sonho foi recebida pela mãe da modelo.


O delegado Wagner Pinto, chefe do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPPI), informou nesta sexta-feira (29) que não serão realizadas buscas pelo corpo de Eliza Samudio no local indicado por uma carta anônima recebida pela mãe da ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes. "As buscas foram descartadas por causa de investigações preliminares que mostraram ser improcedente a informação", explicou.

A carta foi entregue à policia pelo advogado José Arteiro Cavalcante, que representa Sônia de Fátima Moura no processo sobre morte e desaparecimento da modelo, no dia 22 de junho. Durante uma semana, o delegado avaliou a possiblidade de novas buscas. De acordo com Wagner Pinto, em 2010, trabalhos foram realizados nas proximidades do local indicado pela mensagem.

CartaA carta foi recebida pela mãe da modelo no último dia 20 em Belo Horizonte, onde ela participou de um programa de televisão. No texto, a pessoa que não quis se identificar disse ter tido um sonho sobre a localização do corpo de
Eliza Samudio.

Carta anônima sobre corpo de Eliza Samudio (Foto: Divulgação)

Na carta à qual o G1 teve acesso, a pessoa relata um sonho que teve sobre a localização do corpo de Eliza Samudio. Leia trechos da carta:

"O ano passado eu também tive um sonho com o lugar onde a elisa havia sido jogada. Sonhei com o nome da rua e número, havia até uma passagem secreta que dava acesso ao poço onde ela foi jogada".

"No sonho eu vi uma rua sem saída onde há um convento de padres, sendo o poço propriedade dos padres e fica no meio de uma reserva florestal que é também propriedade desses padres. No meu sonho antes de chegar a esse local, eu passei primeiro por um colégio de nome Santa Maria, e poucos metros depois fica o convento, a reserva florestal e o poço grande e profundo. Para chegar a esse poço há uma passagem secreta com fios de arame farpado ao lado da floresta próximo ao convento".

A Província Carmelitana, que existe na rua indicada na carta, no bairro Planalto, Região Norte de
Belo Horizonte, confirmou a existência de um poço no terreno. Segundo um dos alunos, o terreno não é cercado, e o poço pode ser acessado por uma mata que existe ao lado.

Relembre o caso
O goleiro
Bruno Fernandes e mais sete réus vão a júri popular no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada do jogador. Para a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e o corpo nunca foi encontrado.

Após um relacionamento com o goleiro Bruno, Eliza deu à luz um menino em fevereiro de 2010. Ela alegava que o atleta era o pai da criança. Atualmente, o menino mora com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.

O goleiro, o amigo Luiz Henrique Romão e o primo Sérgio Rosa Sales vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Sérgio responde ao processo em liberdade. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro; Wemerson Marques, amigo do jogador, e Elenílson Vítor Silva, caseiro do sítio em Esmeraldas, respondem pelo sequestro e cárcere privado do filho de Eliza. Já Fernanda Gomes de Castro, outra ex-namorada do jogador, responde por sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela. Eles foram soltos em dezembro de 2010 e respondem ao processo em liberdade. Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, foi inocentado.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), não há previsão de data para o julgamento do caso Eliza Samudio.
Fonte: G1/MG


- Radialista Mução chega ao Recife para prestar depoimento à PFEle foi preso em Fortaleza suspeito de envolvimento em crimes de pedofilia.
Segundo a PF, após ser ouvido por delegados, Mução segue para o Cotel.

Após ser preso em
Fortaleza, no Ceará, na quinta-feira (28), suspeito de estar envolvido em crimes de pedofilia, o radialista Rodrigo Vieira Emereciano, mais conhecido como Mução, chegou ao Recife na manhã desta sexta-feira (29). Ele vai prestar depoimento sobre o caso a delegados pernambucanos, na sede da Polícia Federal (PF), no Cais do Apolo, no centro da capital.

A aeronave que trouxe Mução chegou por volta das 8h40 no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre, na Zona Sul do Recife. De acordo com informações da PF, após ser ouvido, o suspeito será levado ao Instituto de Medicina Legal (IML), para a realização de exames. Em seguida, o radialista deve seguir ao Centro de Triagem (Cotel) de Abreu e Lima, na Região Metropolitana.

O advogado de Mução, Waldir Xavier, também deve chegar ao Recife nesta sexta, no início da tarde. “Vou entrar com um pedido de revogação da prisão temporária. Sabemos da inocência de Rodrigo. Inclusive algumas diligências estão sendo realizadas aqui em Fortaleza para provar que ele não tem envolvimento”, contou. Ainda de acordo com o advogado, alguém teria utilizado o computador do radialista para acessar um site pornográfico.

PrisãoO humorista teve a prisão temporária decretada pela Justiça Federal em Pernambuco. Ele morava no Recife até se mudar para Fortaleza, onde estaria há cerca de três meses.

De acordo com Nilson Antunes, diretor regional de Combate ao Crime Organizado da PF, os dados obtidos ao longo das investigações já comprovam o envolvimento do suspeito. "Já temos provas robustas da participação dessa pessoa no cometimento desses crimes. São provas técnicas que não temos como materializar, análise de transmissão de dados, de material de informática", afirmou, em entrevista coletiva concedida na quinta-feira (28).

As investigações da Operação Dirty-Net, que foi realizada em 11 estados e no Distrito Federal, começaram há cerca de seis meses. No total, 18 pessoas foram detidas. Além do humorista, outras prisões ocorreram no Rio Grande do Sul (duas em Porto Alegre, uma em Esteio e duas em Santa Maria), Minas Gerais (três prisões), Paraná (uma em Foz do Iguaçu), São Paulo (uma na capital), Rio de Janeiro (duas na capital) e Espírito Santo (uma na Grande Vitória).
Fonte: G1/PE



27/06/2012

- Homem de 78 anos é condenado por estuprar criança em Mato Grosso
Criança sofreu o primeiro abuso quando tinha 8 anos de idade.
Juiz negou pedido da defesa para réu recorrer em liberdade.

Um homem de 78 anos foi condenado à prisão em regime fechado por estuprar uma criança na cidade de São José dos Quatro Marcos, distante 343 quilômetros de Cuiabá. O juiz da comarca local, Valter Fabrício Simioni da Silva condenou o réu a nove anos e quatro meses de prisão e sem o direito de apelar da sentença em liberdade. De acordo com o processo, o idoso abusou diversas vezes de uma criança que, na primeira vez em que foi molestada, tinha 8 anos. Atualmente a garota tem 14 anos.

O réu foi preso em flagrante no dia 13 de fevereiro e desde aquela data, de acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça, ele está detido na Cadeia Pública da cidade. Testemunhas apontaram no processo que o idoso era vizinho da vítima e que oferecia doces, bolachas e dinheiro em troca dos abusos. O crime foi confirmado por meio de um laudo psicossocial feito com a vítima.

A defesa do idoso pediu a absolvição alegando que faltavam provas materiais do crime. No entanto, de acordo com o magistrado, o juiz avaliou que o réu é culpado porque tinha "plena consciência dos seus atos, que os motivos do crime não são justificáveis". E que na falta de provas materiais, a prova testemunhal é suficiente para incriminar um suspeito em casos de estupro e atentado violento ao pudor.
Fonte: G1/MT


- Polícia prende suspeito de sequestrar menina em SP
Homem foi abordado por policiais no fim da manhã desta quarta.
Brenda foi localizada por vizinho após ficar duas semanas desaparecida.


A Polícia Militar prendeu no fim da manhã desta quarta-feira (27) um homem suspeito de ter sequestrado a menina Brenda Gabriela, de 4 anos, que ficou duas semanas desaparecida em
São Paulo. A criança estava com a mãe e os irmãos em um culto religioso na Avenida do Estado quando sumiu. Nesta segunda-feira (25), um vizinho da família viu a menina na rua com um homem e chamou a polícia. O suspeito conseguiu fugir, mas foi reconhecido por imagens de câmeras de segurança e preso nesta quarta.

Policiais militares que faziam um patrulhamento de rotina abordaram o homem em frente a um mercado na Avenida José Maria Whitaker, na Zona Sul de São Paulo. Ele disse aos policiais que era morador de rua e não tinha documentos.

Em um primeiro momento, o homem negou ser o carroceiro que estava com a menina. Entretanto, segundo os policiais, ele acabou confessando ser o homem procurado. Esse depoimento, entretanto, ainda não é oficial. O suspeito foi encaminhado para o 6º Distrito Policial, no Cambuci, onde deve depor formalmente.

Exames

Após ser encontrada, Brenda passou por exames médicos que vão atestar se ela sofreu maus-tratos enquanto esteve longe da família. Os resultados devem ficar prontos em duas semanas. O homem suspeito de sequestrar a menina foi reconhecido em imagens pela própria Brenda, pelo repositor Alex Ramos de Carvalho, que localizou a criança, e por mais cinco testemunhas.

De acordo com a polícia, o suspeito não tem antecedentes criminais. Há alguns dias ele havia visto dormindo em uma praça próxima à Rua Vergueiro. Seu nome e mais dados já estavam em poder dos policiais desde esta terça-feira (26).

Com a ajuda de uma testemunha, a polícia encontrou a carroça que seria desse homem. Nela havia brinquedos e roupas de crianças. A polícia encontrou também uma nota fiscal de empréstimo, no valor de R$ 100, e uma ordem de pagamento de um trabalho na construção civil com dados como nome, número da conta bancária e CPF do homem.

O suspeito deve ser indiciado por sequestro. A polícia investiga por que ele ficou com a menina durante tanto tempo - ele escondia a criança e cortou o cabelo dela para evitar que ela fosse reconhecida. Para a polícia, trata-se de um caso de sequestro, pois houve restrição da liberdade.

Ainda de acordo com a polícia, as características físicas do suspeito não batem com as do homem que teria sido visto próximo à criança no evento religioso onde Brenda desapareceu.

'Herói'

Também nesta terça-feira, o repositor Alex Ramos de Carvalho, que ajudou a encontrar Brenda, reencontrou a garota na delegacia de polícia. Eles se abraçaram. Alex afirma sentir-se “um pouco herói” por ter ajudado a mãe a reencontrar Brenda Gabriela. Ele, que é vizinho da família, viu a menina de 4 anos no colo de um homem enquanto passavam na frente de um doceria na Rua Vergueiro, na Liberdade, no Centro de São Paulo, na tarde de segunda-feira (25).

“Deus enviou ele. Deus sabe todas as coisas”, disse a mãe da menina, Geiza Mari Silva. A menina estava com uma marca na perna e o cabelo mais curto do que no dia em que desapareceu durante evento da Igreja Pentecostal Deus é Amor.

De acordo com Geiza, Brenda relatou maus tratos. Nesta terça-feira (26), Brenda foi levada para o hospital Pérola Byington para ser examinada e deve passar por exames médicos e psicológicos que devem constatar se ela foi vítima de abuso sexual. O estado de saúde dela é bom e, inicialmente, não causa preocupação.

Quando viu a garota na tarde de segunda-feira, ele afirmou que tinha dúvidas sobre a identidade da menina. “Não tive tanta certeza no começo. Quando o cara correu e eu perguntei se ela chamava Brenda, e ela balançou a cabeça, aí eu tive mais certeza. [A sensação de ter encontrado a Brenda é de ser] um pouco herói ”, disse.

Quando foi abordado por Alex, o homem tentou despistá-lo. Ele disse que era pai de Brenda e que o registro de nascimento da garota estava dentro da carroça. Ele disse que iria buscar o documento e fugiu. Clientes de uma lanchonete ainda tentaram pegá-lo, mas não conseguiram.
Fonte: G1/SP



- Taxista confessa morte de segunda jovem em Marechal Floriano, no ES
O taxista foi levado para o cartório da cidade para registrar o depoimento.
"Ele disse que asfixiou a jovem e depois enterrou", disse o delegado


O taxista Deonísio Geike confessou à polícia que também
matou a adolescente Tânia Rodrigues dos Santos, de 17 anos, desaparecida desde 2009, em Marechal Floriano na região Central Serrana do Espírito Santo. O taxista está preso desde o último dia 18,após confessar ter matado a jovem Thaís Lyrio.

Geike disse ao delegado Paulo Roberto de Castro Batista, responsável pelo caso, que mantinha relações com a jovem e a matou no mesmo lugar onde os ossos foram encontrados."Ele disse que asfixiou, esganou a jovem e depois enterrou", disse o delegado. O taxista foi levado para o cartório da cidade para registrar o depoimento.

Entenda o caso
A Polícia Civil está investigando a
ossada que foi encontrada no mesmo terreno foi enterrado o corpo da jovem Thais Lyrio, assassinada pelo taxista, em Marechal Floriano. A polícia acredita que possam ser os ossos de Tânia Rodrigues dos Santos, que tinha 17 anos quando desapareceu, em 2009, após entrar no táxi do criminoso.

O taxista Deonísio Geik havia negado o envolvimento no caso e continuava preso em um presídio de Viana, na região Metropolitana do estado.

Na semana passada, um trator foi utilizado para acelerar as buscas e até um pedaço de unha, pintado de branco, foi encontrado. A descoberta foi feita por policiais da 6ª Companhia Independente de Domingos Martins. O tio da adolescente desaparecida há três anos, Fábio Rodrigues, explicou no último dia 18 , que a menina entrou no táxi com a intenção de sair para comprar um celular, mas nunca mais voltou.

“A família nunca imaginou que ela pudesse ser vítima de um crime. O taxista disse que deixou ela na rodoviária da cidade. Nunca desconfiamos de nada, só agora”, disse. Para a polícia, existem indícios de que os ossos encontrados sejam os de Tânia.
 
Ossada pode ser de jovem desaparecida. (Foto: Reprodução / TV Gazeta)

Caso Thais LyrioO taxista Deonésio Geike, que teria transportado Thais Lyrio do salão de beleza até a casa da cunhada, confessou o assassinato da jovem e levou as autoridades até o corpo, na região de Alto Marechal, próximo ao Centro da cidade, nesta segunda-feira (18). De acordo com a Polícia Civil, o crime foi passional.

"Em depoimento, ele disse que ofereceu R$ 100 para manter relações sexuais, mas ela não aceitou. Segundo ele, a jovem, então, propôs fazer por R$ 150, mas não chegaram a um consenso", contou o delegado Paulo Roberto de Castro Batista, responsável pelo caso.

Batista ainda explicou que a falta de entendimento entre as partes resultou em agressão física. "Ela deu um tapa na cara dele, que reagiu com um soco. A moça desmaiou, foi esganada e, depois, enterrada pelo taxista. Ele então levou a vítima para uma propriedade, com a intenção de enterrá-la, e quando ela ainda fez um movimento, indicando que estava viva, ele terminou de esganá-la com um fio", disse.

Após confessar o crime, o responsável disse estar arrependido. "Estou muito arrependido e para poupar a família dela eu não vou dizer o motivo pelo qual nós discutimos. Mas, realmente, uma coisa eu posso falar: eu tinha, sim, um envolvimento com ela há uns seis ou sete anos", contou o taxista Deonésio Geike.

O delegado ainda explicou que quebrou o sigilo telefônico de Thais e de Geike, e os dados mostraram que o taxista estava com o celular da jovem. "Quando nós insistimos no interrogatório, ele acabou confessando que seria o autor do crime de homicídio e, posteriormente, ele nos levou onde teria deixado o corpo de Thais", explicou.
Fonte: G1 ES, com informações da TV Gazeta

- Polícia prende comparsa de suspeito que tentou matar a mãe
Jovem tem 25 anos e foi indiciado por tentativa de homicídio.
Inquérito foi concluído e filho da vítima também permanece preso.

Um suspeito de 25 anos foi preso no início desta semana suspeito de ser o comparsa do crime que aconteceu em
Ipuiúna no dia 13 de junho, quando um filho tentou matar, a tiros, a própria mãe, uma mulher de 47 anos.

O inquérito foi concluído nesta terça-feira (26) e de acordo com o delegado Carlos Eduardo Galhardi Di Tommaso, as investigações apontam que a tentativa de homicídio teve motivação financeira.

O principal suspeito do crime é o filho da mulher, um jovem de 23 anos, que teria pedido a ela que vendesse a casa em Ipuiúna para que ele pagasse uma dívida na cidade de
Campestre (MG). De acordo com a Polícia Civil, como ela se recusou a fazer a venda, a solução encontrada pelo rapaz foi matá-la, já que ele é filho único e herdaria os bens.

O comparsa mora em Campestre (MG) e confessou a participação no crime, mas informou que apenas acompanhou o rapaz durante a ação. Ainda segundo a polícia, nenhum dos envolvidos assumiu ser o autor dos disparos. Os dois estão presos no Presídio de
Andradas (MG). Se condenados, a pena pode variar de oito a 16 anos de prisão.

O casoNo último dia 13 de junho, uma mulher de 47 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio em Ipuiúna. Ela estava em casa, quando levou os tiros. Quando a Polícia Militar chegou ao local, a mulher foi encontrada caída no chão, com perfurações na nuca e no abdômen.

Ela foi levada ao hospital da cidade, mas devido ao grave estado de saúde, precisou ser transferida para a Santa Casa de
Poços de Caldas (MG). Ela passou por uma cirurgia para a retirada das balas e permanece internada na emergência do hospital.
Fonte: G1 Sul de Minas


- Exames que vão atestar se Brenda foi agredida saem em 2 semanas
Garota passou por avaliações médicas e psicológicas na terça-feira.
Polícia diz ter identificado o suspeito de sequestrar Brenda Gabriela.

Com a ajuda de uma testemunha, a polícia encontrou a carroça que seria desse homem. Nela havia brinquedos e roupas de crianças. A polícia encontrou também uma nota fiscal de empréstimo, no valor de R$ 100, e uma ordem de pagamento de um trabalho na construção civil com dados como nome, número da conta bancária e CPF do homem.

De acordo com a polícia, o suspeito deve ser indiciado por sequestro. A polícia investiga por que ele ficou com a menina durante tanto tempo - ele escondia a criança e cortou o cabelo dela para evitar que ela fosse reconhecida. Para a polícia, trata-se de um caso de sequestro, pois houve restrição da liberdade.

Ainda de acordo com a polícia, as características físicas do suspeito não batem com as do homem que teria sido visto próximo à criança no evento religioso onde Brenda desapareceu.

'Herói'

Também nesta terça-feira, o repositor Alex Ramos de Carvalho, que ajudou a encontrar Brenda, reencontrou a garota na delegacia de polícia. Eles se abraçaram. Alex afirma sentir-se “um pouco herói” por ter ajudado a mãe a reencontrar Brenda Gabriela. Ele, que é vizinho da família, viu a menina de 4 anos no colo de um homem enquanto passavam na frente de um doceria na Rua Vergueiro, na Liberdade, no Centro de São Paulo, na tarde de segunda-feira (25).

“Deus enviou ele. Deus sabe todas as coisas”, disse a mãe da menina, Geiza Mari Silva. A menina estava com uma marca na perna e o cabelo mais curto do que no dia em que desapareceu durante evento da Igreja Pentecostal Deus é Amor.

De acordo com Geiza, Brenda relatou maus tratos. Nesta terça-feira (26), Brenda foi levada para o hospital Pérola Byington para ser examinada e deve passar por exames médicos e psicológicos que devem constatar se ela foi vítima de abuso sexual. O estado de saúde dela é bom e, inicialmente, não causa preocupação.

Quando viu a garota na tarde de segunda-feira, ele afirmou que tinha dúvidas sobre a identidade da menina. “Não tive tanta certeza no começo. Quando o cara correu e eu perguntei se ela chamava Brenda, e ela balançou a cabeça, aí eu tive mais certeza. [A sensação de ter encontrado a Brenda é de ser] um pouco herói ”, disse.

Quando foi abordado por Alex, o homem tentou despistá-lo. Ele disse que era pai de Brenda e que o registro de nascimento da garota estava dentro da carroça. Ele disse que iria buscar o documento e fugiu. Clientes de uma lanchonete ainda tentaram pegá-lo, mas não conseguiram.
Fonte: G1/SP
Os resultados dos exames médicos que vão mostrar se a menina Brenda Gabriela, de 4 anos, sofreu maus-tratos enquanto esteve longe da família ficarão prontos em duas semanas. Na segunda-feira (25), depois de ficar duas semanas desaparecida, Brenda foi reconhecida por um vizinho quando passava por uma doceria na região da Liberdade, no Centro de
São Paulo. O homem que estava com a menina conseguiu fugir. Ele é procurado pela polícia.

Durante toda a manhã de terça-feira (26), a garota passou por exames médicos e psicológicos. O suspeito de ter sequestrado a menina foi identificado, segundo a polícia. Ele tem cerca de 1,60 m de altura, cabelos escuros, olhos escuros e barba por fazer, segundo o boletim de ocorrência registrado no 6º Distrito Policial. O homem foi reconhecido pela menina, pelo repositor Alex Ramos de Carvalho e por mais cinco testemunhas. A polícia pode pedir a prisão temporária do suspeito ainda nesta semana.

De acordo com a polícia, o suspeito não tem antecedentes criminais. Há alguns dias ele foi visto dormindo em uma praça próxima à Rua Vergueiro. Seu nome e mais dados já estão em poder dos policiais, que realizam diligências em busca do suspeito.

Carroça encontrada


- Presos dois homens suspeitos de dopar e estuprar uma mulher, em GO
PM afirma que eles levaram a vítima para um barracão e cometeram o crime.
Eles foram levados para a Deam e podem ficar pelo menos 10 anos presos.

Um homem de 43 anos e outro de 27 anos foram presos na terça-feira (26) suspeitos de dopar uma mulher com remédios e, logo em seguida, estuprá-la. De acordo com a Polícia Militar, eles encontraram a jovem de 27 anos passeando no Setor São José, região norte de Goiânia e, a levaram para um barracão para cometer o crime.

O pai da vítima conta indignado como a filha foi vítima dos homens. “Saímos procurando minha filha e uma pessoa nos informou que dois homens que estavam bebendo em um bar tinham saído com ela. Ligamos para a polícia informando e eles acharam ela”, explica o pai.

De acordo com a polícia, os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Goiânia, onde prestaram depoimento e estão detidos até decisão da Justiça. Segundo a delegada Ilda Helbingen eles devem ficar no mínimo dez anos presos. “Com o crime foi cometido por duas pessoas a pena deve ser agravada”, afirma a delegada.

A vítima está internada no Hospital Materno Infantil, onde recebeu os primeiros atendimentos na terça-feira. De acordo com o boletim médico, ela passa bem e está em observação.
Fonte: G1 GO, com informações da TV Anhanguera



- Homem suspeito de violentar ex-mulher tenta registrar BO no CE
 Ex-marido levou mulher para registrar BO por estupro.
Polícia diz que o ex-marido cometeu o crime e tentou culpar um terceiro.


Um homem foi preso ao tentar registrar um boletim de ocorrência denunciando um estupro contra ex-mulher na noite de terça-feira (26), no do 5º Distrito Policial (5º DP), em
Fortaleza. Segundo a Polícia Civil, o suspeito parecia estar sob o efeito de entorpecentes e estava acompanhado da ex-esposa, mas ela o apontou como sendo o autor do estupro. O casal estava separado.

De acordo com o que a ex-esposa relatou à polícia, o marido foi até a casa dela na terça-feira. Ele tentava retomar o relacionamento. Mas acabou se descontrolando e violentando a ex-mulher. Horas depois, ele a levou para registrar um boletim de ocorrência afirmando que uma outra pessoa havia cometido o crime. Segundo a polícia, o comerciante de 34 anos estava muito agitado e a mulher pediu para continuar a denúncia sozinha. Ela afirmou que o ex-marido era o verdadeiro autor do estupro.

O homem foi preso em flagrante na delegacia. A mulher foi encaminhada para fazer exame de corpo delito no Instituto Médico Legal. Segundo a Polícia Militar, duas mulheres foram mortas na noite desta terça-feira (26) nas cidades de Baturité e Canindé. Elas estavam separadas há pouco tempo e os ex-maridos são os principais suspeitos.
Fonte: G1/CE



26/06/2012

- Homem é condenado por esfaquear mãe e filhos da ex em Campo Grande
Réu era acusado de invadir a casa das vítimas em agosto de 2011.
Defensora que representa o homem não quis comentar o caso.


Izaelso Junior Soares de Moraes, de 27 anos, foi condenado a 13 anos e 4 meses de prisão por esfaquear a mãe e os filhos de 3 e 11 anos da ex-namorada Lucimar Barros Girotto, no dia 14 de agosto de 2011, em
A mãe das crianças relatou que havia terminado o relacionamento com o réu uma semana antes do ocorrido e que havia sido ameaçada por ele. “Ele me espancou no meio da rua, perto de casa e na frente de um monte de gente. Depois, disse que todos que eu amo iriam sofrer”, disse.

No dia 10 de agosto, Lucimar conseguiu na Justiça que o suspeito ficasse proibido de fazer contato ou aproximação com a vítima, familiares e testemunhas, e que ele mantivesse distância mínima de 300 metros.

A mulher disse ao G1 que Izaelso invadiu a casa após cortar a energia. Ele foi à cozinha, pegou uma faca e começou a espancar e a esfaquear a ex-sogra. O garoto foi atingido por quatro facadas no braço e nas costas.

Já a menina levou oito facadas nas costas, braços e no rosto, além de murros e pontapés. Ela disse ao G1 que estava dormindo quando Izaelso entrou na casa. “Estava tudo escuro, tentei acender as luzes mas não conseguia”.

O acusado fugiu e depois de preso, segundo informações da Justiça, ele confessou ter cometido o crime.
Fonte: G1/MS
Campo Grande. O réu, que já estava preso pelo crime, foi à júri popular nesta terça-feira (26) na cidade. A defensora pública de Moraes, Maria Salete Marques, disse ao G1 que já recorreu da decisão e que não iria comentar o caso.
saiba mais

De acordo com a sentença do juiz Alexandre Tsuyoshi Ito, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, o acusado só não feriu a ex porque ela ficou escondida no banheiro.

Após o crime, conforme laudo psicológico, a menina de 11 anos teve sequelas, demonstrando medo de ter contatos com outras pessoas, além de “insegurança, fragilidade, dificuldade em expressar seus sentimentos, medo de desintegração do eu e necessidade de manter a integridade da personalidade, empregando defesas compensatórias para encobrir ou combater o temor e pânico”. Com relação ao menino, o laudo psicológico aponta trauma psíquico.

Medo



24/06/2012

- Defesa se opõe à alegação de insanidade mental
Por João Ozorio de Melo

Depois de dez semanas "infernais", segundo jornais noruegueses, terminou na última sexta-feira (22/6) o julgamento do ativista de extrema-direita Anders Behring Breivik, às vezes chamado de "monstro da Noruega". Ele matou 77 pessoas em 22 de julho do ano passado, com a explosão de um prédio do governo, seguida de um ataque a um acampamento de jovens do Partido Trabalhista do país. As últimas semanas do julgamento e os pedidos finais da acusação e da defesa ao juiz pareceram surpreendentes aos operadores do Direito de outros países. Ocorreu uma aparente inversão de papéis, na estratégia de cada parte: a acusação defendeu a tese da insanidade mental do réu; a defesa, por sua vez, se esforçou para provar que o réu é mentalmente são.

Razão da defesa: se prevalecer a tese de que o réu é mentalmente são, ele poderá ser condenado à prisão, mas a pena máxima na Noruega é de 21 anos. Pode ser que, por bom comportamento, seja mandado para a prisão de Halden — um estabelecimento sem grades, que mais parece um hotel cinco estrelas, com muitas mordomias para os presos. Com o tempo, pode ir para a prisão de Bastoy, que alguns jornais americanos apelidaram de "ilha paradisíaca", onde terá direito à praia particular e muitas outras mordomias. Ambas abrigam assassinos, traficantes e outros criminosos de peso. No caso de qualquer preso não ser considerado reabilitado depois de 21 anos, o sistema prevê extensões sucessivas da pena por períodos de cinco anos, até que ele deixe de ser um perigo para a sociedade.

Razão da acusação: se prevalecer a tese da insanidade mental do réu, ele não será preso, mas será mandado para um manicômio judiciário. Isso equivaleria a uma pena de prisão muito longa ou mesmo perpétua, em vista da situação mental perigosa do réu. Ele só teria condições de voltar às ruas e se reintegrar à sociedade, se ficar comprovado que se curou — o que é pouco provável. Antecipando o acolhimento de seu "monstro" particular em uma dessas instituições, a Noruega modificou recentemente sua legislação, para permitir a criação de unidades de segurança máxima dentro dos manicômios. Ou de criar uma unidade psiquiátrica dentro de uma prisão de segurança máxima.

O julgamento teve de tudo, incluindo o direito concedido ao réu pelo juiz de dar a última palavra. O réu usou seu tempo para "exigir" a sua imediata libertação, porque o que ele fez foi para o bem da Noruega e da Europa, ele disse. Breivik declarou que ninguém tinha qualificação para julgá-lo, sem entender o pensamento dos integrantes da extrema-direita do mundo. Sua missão, ele disse, era agredir o governo esquerdista da Noruega e os jovens esquerdistas no acampamento, que estão abrindo as portas do país aos muçulmanos e a outras raças. Melhor matar 77 pessoas do que permitir uma carnificina na Europa, quando os muçulmanos resolverem se apoderar dos países, ele disse. Afirmou que sua motivação foi política, a de salvar a Noruega enquanto era tempo.

Em duas sessões do julgamento, saudou o juiz e os jurados batendo o punho fechado da mão direita no peito — o que jornais interpretaram como uma estilização pessoal de saudações nazistas. Seus advogados recomendaram que não o fizesse mais, pois isso era ofensivo às famílias das vítimas. Familiares das vítimas, por sinal, se retiraram horrorizadas da sala de julgamento, quando a palavra lhe foi concedida, noticiaram o Mail Online, o Christian Science Monitor e outras publicações. Enfim, uma alta dose de emoção tornou "infernal" o período de julgamento. Mas, o que acabou prevalecendo nos debates foi a tese da insanidade mental.

A acusação se sustentou em um relatório — e depoimentos posteriores — dos psiquiatras Torgeir Husby e Synne Sorheim, que concluíram que Breivik sofre de esquizofrenia paranoica (uma combinação de esquizofrenia com paranoia) e era psicótico. Segundo a Wikipédia, a esquizofrenia paranoica pode, entre outras coisas, "causar um disfuncionamento social crônico". Os psiquiatras concluíram o maior inimigo de Breivik é ele mesmo. Em princípio, Breivik rejeitou essa tese. Outros especialistas discordaram. A opinião pública se voltou contra os psiquiatras, porque o diagnóstico poderia livrar o "monstro" da cadeia. Até que todos perceberam que livrá-lo da cadeia, na Noruega, era uma vantagem. Mandá-lo para um manicômio seria a melhor estratégia para tirá-lo definitivamente das ruas.

A defesa correu atrás da contraprova. Dois outros psiquiatras testemunharam que a saúde mental de Breivik é legalmente boa. Declararam que o réu sofre de um distúrbio de personalidade antissocial e narcisista, mas não é psicótico — o que o habilita a ser preso.

Assim, promotores e advogados de defesa tiveram a rara oportunidade de exercitar práticas do domínio alheio. Ao final de suas alegações finais, os promotores disseram que ficou comprovada a insanidade mental do réu, o que exclui do processo criminal a sentença de prisão. Os advogados, por sua vez, pediram a absolvição do réu (até por obrigação) e solicitaram ao juiz que, acima de tudo, rejeitasse a tese de insanidade mental apresentada pela promotoria.

O juiz Wenche Elisabeth Arntzen, que presidiu o tribunal do júri, disse que um painel de cinco juízes vai anunciar a decisão da Justiça em 24 de agosto.

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João Ozorio de Melo é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.
Fonte: Revista Consultor Jurídico
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