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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

CRIMES DA SEMANA 10/12/2016 - 16/12/2016



- 13/12/2016

'Viúva da Mega-Sena' começa a ser julgada por morte do marido

Adriana já começou a ser julgada
Adriana já começou a ser julgada Foto: Fabiano Rocha / Extra

Adriana Ferreira Almeida já começou a ser julgada por assassinato no Fórum de Rio Bonito, município da Região Metropolitana do Rio. Ela é acusada de ser a mandante da morte do marido, Renné Senna, em 2007 - dois anos após ele ganhar R$ 52 milhões na Mega-Sena. Adriana mostra um visual diferente: os cabelos estão platinados, com uma franja longa. Ela chegou ao local de cabeça baixa.


O julgamento presidido pelo juiz Pedro Amorim Gotlib Pilderwasser começou às 10h55 desta terça-feira, com atraso de cerca de uma hora. A primeira pessoa a depor é uma testemunha de defesa. Adriana permanece de braços cruzados, olhando para baixo. Às vezes ela olha para a testemunha, um médico cirurgião que atendeu Renné Senna uma vez em uma emergência e o submeteu a uma cirurgia, depois voltou a visitá-lo de oito a nove vezes na fazenda. Esse médico também foi a primeira testemunha a depor no julgamento de 2011.

Durante os depoimentos das duas primeiras testemunhas, o advogado de Adriana fez perguntas sobre Renata Senna, referindo-se a ela como a "que se diz filha de Renné". A representante do MP pediu que ele se referisse a ela como filha, já que foi registrada no nome de Renné, mas o advogado de defesa se recusou, alegando que ela se recusa a se submeter ao exame de DNA. O juiz entendeu que é uma interpretação da defesa e permitiu que o advogado continue se referindo a ela como suposta filha. O magistrado acrescentou que a questão voltará a ser debatida mais adiante.

No primeiro julgamento - do qual a viúva foi inocentada -, o júri era formado por cinco homens e duas mulheres. Hoje, o júri é composto por cinco mulheres e dois homen

Sentença anulada

Adriana foi inocentada em 2011, mas a sentença foi anulada em 2014 pelo Tribunal de Justiça. Isso porque o motorista Otávio dos Santos Pereira, genro do milionário, denunciou quebra de incomunicabilidade de dois jurados. Segundo o Código de Processo Penal, nesses casos, é decretada a nulidade do julgamento, já que os jurados não podem ter contato entre si, com testemunhas ou com o mundo exterior, para evitar que sejam influenciados. Eles teriam ido a um posto de gasolina em frente ao hotel.

Os executores, Anderson de Souza e Ednei Pereira, ambos ex-seguranças de Renné, e que teriam sido contratados por Adriana, foram condenados em 2009 a 18 anos de prisão.

O namoro

Ex-lavrador, Renné Senna começou o relacionamento com Adriana, 25 anos mas nova que ele ainda em 2005, após ganhar os R$ 52 milhões. Segundo pessoas próximas a Renné, ele tentava se aproximar dela antes, mas só teve sucesso após conquistar o prêmio. E logo colocou a viúva em seu testamento como herdeira de metade de seus bens.

Com o relacionamento, Adriana abandonou o emprego de cabeleireira e foi morar com Renné em uma fazenda, avaliada na época em R$ 9 milhões.

A fazenda de Rene, em Rio Bonito
A fazenda de Renné em Rio Bonito
A morte do milionário

No dia 7 de janeiro de 2007, Renné estava num bar perto de sua fazenda quando dois homens encapuzados chegaram numa moto. O garupa efetuou vários disparos, matando o milionário na hora. Renné, que havia perdido as duas pernas por complicações de diabetes, foi atingido na nuca, na têmpora esquerda, no olho e no queixo. Adriana foi acusada pela família da vítima de ser a mandante da execução.
Fonte: Extra Globo





- 12/12/2016

Ex-candidato a vereador suspeito de matar a ex-mulher em MT se entrega
Irmão Antônio, como é conhecido, confessou o crime à polícia em Sorriso.
Homem disse que matou a ex-mulher após ver um homem saindo da casa.
Ex-marido, Antônio Cláudio da Silva Santos, é ex-candidato a vereador em Sorriso (Foto: MT Notícias)
Antônio Cláudio da Silva Santos, é ex-candidato a
vereador em Sorriso (Foto: MT Notícias)
Suspeito de assassinar a ex-mulher, o ex-candidato a vereador no município de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, Antônio Cláudio da Silva Santos, de 37 anos, se entregou à Polícia Civil nesta segunda-feira (12) e confessou o crime. Mary Celia Freita Soares Santos, de 37 anos, foi assassinada a facadas no último sábado(10), dentro de sua própria casa, no Bairro Boa Esperança II.

Ao delegado Bruno Abreu, que investiga o caso, o homem afirmou que cometeu o crime porque viu um homem saindo da casa da ex-mulher e teria ficado com ciúmes. O assassinato foi presenciado pelo filho do casal, de 11 anos.

De acordo com a polícia, como desde o início das investigações o homem já havia sido identificado, a sua prisão ainda configura flagrante. O suspeito, que foi candidato a vereador nas eleições municipais deste ano, com o nome de urna de Irmão Antônio, deve ser autuado pelo crime de feminicídio.

O assassinato
Conforme a Polícia Militar, que atendeu a ocorrência no dia do crime, Mary e Antônio haviam se separado recentemente. Por volta de 2h [horário de Mato Grosso] de sábado, Mary estava em casa, com o filho de 11 anos e a filha, um bebê de 1 ano e oito meses. Conforme a PM, Antônio não aceitava a separação e ainda tinha a chave da casa da ex-mulher.

Mary Celia Freita Soares Santos (Foto: Divulgação)
Mary Celia Freita Soares Santos foi esfaqueada e morta pelo ex-marido dentro de casa (Foto: Divulgação)

O filho do casal, de 11 anos, disse aos policiais que estava no quarto pronto para dormir, enquanto a mãe estava no quarto dela com o bebê em um berço. Durante a madrugada, o ex-marido entrou na casa, retirou uma faca da cozinha e atacou Mary, que dormia na cama. O crime foi cometido na frente da filha caçula da vítima e foi ouvido pelo filho de 11 anos, que estava no quarto ao lado.

A criança disse que ficou escondida no quarto e viu o momento em que o pai saiu da casa e entrou em um carro. O menino pediu ajuda para vizinhos, que acolheram o bebê da vítima e chamaram socorro. Bombeiros e policiais militares foram ao local, porém, a mulher morreu antes de ser socorrida. O Conselho Tutelar foi chamado para fazer o atendimento das duas crianças.
FONTE: Do G1 MT




Mãe e filha são encontradas mortas em poço nos Estados Unidos e marido é suspeito

Dawnn Ward e a filha, Taylor Carroll, foram esfaqueadas
Dawnn Ward e a filha, Taylor Carroll, foram esfaqueadas Foto: Divulgação/ Gabinete do Xerife do Martin County
Uma mulher de 40 anos de idade a filha dela, de 14 anos, foram encontradas mortas juntas em um poço na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Segundo o Gabinete do Xerife do Martin County, as duas foram assassinadas num caso que chocou a comunidade. "Não temos muitos homicídios aqui em Martin County, de modo que um duplo homicídio é definitivamente estranho e incomum”, disse o gabinete em nota à “ABC News”.

Dawnn Ward e a filha, Taylor Carroll, eram da cidade de Williamston. Elas foram dadas como desaparecidas na segunda-feira, 28 de novembro, e foram vistas pela última vez na noite anterior, pela mãe de Ward, Robinson. Os investigadores encontraram os corpos submersos num poço de uma casa na cidade de Williamston. Segundo as autópsias, mãe e filha foram esfaqueadas. A causa da morte de Dawnn foi uma facada no peito, e Taylor recebeu várias facadas no peito, disse o porta-voz.

O marido de Dawnn Ward, de 25 anos de idade, identificado como Jeffrey Todd Ward, foi preso em 3 de dezembro acusado de dois crimes de homicídio. O irmão dele, Jerrett Ward, de 24 anos, também foi preso acusado de ser cúmplice do assassinato. Jeffrey não era o pai de Taylor.



Jeffrey Ward e Jerrett Ward estão presos
Fonte: Extra globo












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