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domingo, 4 de setembro de 2011

RECOMENDAÇÕES!

- O que é Psiquiatria Forense?

Descrição: Nesta época em que as relações humanas ganham um reconhecimento de complexidade muito maior, a psiquiatria forense tende a tornar-se sempre mais necessária e mais requisitada para a análise de questões controvertidas em seu âmbito. O papel do psiquiatra nessa área ultrapassa o que tradicionalmente é por ele exercido e cresce, por exemplo, no que se refere ao direito trabalhista. Doenças como depressão e ansiedade, que acarretam problemas com absenteísmo (faltas ao trabalho), infortunística (acidentes do trabalho) e perda de produtividade do funcionário, têm motivado demissões depois contestadas na Justiça, quando o trabalhador alega ter adoecido na empresa – o que leva à necessidade de perícia psiquiátrica.

Mas o psiquiatra forense é ainda geralmente associado com o especialista que auxilia a Justiça nos casos de crimes contra pessoas, por roubo, ferimento ou assassinato. Muitas vezes, o indivíduo comete ato criminoso sem ter a consciência de cometê-lo – e com freqüência também a defesa de quem o cometeu se vale dessa inconsciência, real ou não, para aliviar a penalidade que lhe será aplicada.

Em casos como esses, a sociedade estabeleceu que crianças e adolescentes não são dotados da maturidade que dá discernimento para evitar o crime e tem-se assim o critério da idade na isenção do delinqüente. Contudo, em grande número, o criminoso é maior de idade e inconsciente de seus atos devido a transtornos mentais que apenas o psiquiatra forense, com seu específico preparo profissional, está habilitado a avaliar e diagnosticar. "A psiquiatria não existe para dizer quem é normal ou não, e sim para dizer quem é doente ou são", salienta o autor Daniel Martins de Barros. Este livro expõe tais aspectos da psiquiatria forense tendo por referência as diversas áreas do direito, traça um esboço histórico do tema, aborda o arsenal terapêutico psiquiátrico hoje disponível e mostra as perspectivas da especialidade para o bem e para o mal – neste último item, comentando o "tratamento" que busca abolir o livre-arbítrio do criminoso, para observar: "Menos do que ser corrigido, esse ex-psicopata passaria a ser arbitrariamente controlado em suas atitudes".

Para o autor, o indivíduo privado da capacidade racional de decidir e entender passa a ser responsabilidade dos que o cercam: família, curadores e, em última análise, do Estado. "Mas não adianta submetê-lo aos rigores da lei: é necessário zelar pela proteção tanto do indivíduo como da coletividade, provendo tratamento adequado e minimizando situações de risco".
O psiquiatra forense tem nessa difícil situação um papel indispensável.
Autor(es): Daniel Martins de Barros
Editora: Brasiliense
Área(s): Psicologia / Psicanálise
Páginas:
93 pág.


- Manual de Psicologia Jurídica

Descrição: Não há dúvida de que a primeira pergunta que fará a si próprio o jurista que ler este livro, Psicologia Jurídica, é a de se o estado atual da psicologia justifica ou não a tentativa de aplicar em forma científica seus conhecimentos ao campo do Direito, à procura de maior perfeição de sua atuação em cada caso particular. 
Esta pergunta justifica-se, entre outras razões, pelo fato de que a psicologia, que a maioria de nós estudou no curso secundário, não parecia poder abonar essa pretensão. Quanta gente adquiriu, em seus tempos de bacharel, a idéia de que esta matéria era pouco conhecida pelos que a ensinavam e a considerou como uma de tantas disciplinas que só podem ser aprendidas com a esperança de esquecê-las. 
Não obstante, a psicologia atual é algo mais do que isso. É uma ciência que, pelo menos, oferece as mesmas garantias de seriedade e eficiência que as restantes disciplinas biológicas. Quem duvidar pode convencer-se da verdade de nossa afirmação, apenas considerando os resultados que proporcionou sua aplicação a outros ramos do saber, sem contar aquele do qual nos ocupamos aqui: a medicina, a sociologia, o comércio, a indústria, a pedagogia, a arte, a política e a religião são, hoje em dia, em boa parte, tributária da psicologia aplicada, mas agora não é ocasião de demonstrar quantos benefícios obtiveram com isso. 
A explicação da diferença existente entre a que poderíamos denominar psicologia clássica ou filosófica (que até há pouco era a estudada nos centros oficiais) e a psicologia moderna ou biológica é bem simples: a primeira acreditava que seu objeto de estudo era a alma; a segunda, mais modesta, contenta-se em investigar os fenômenos psíquicos, isto é, o conjunto de fatos que formam, subjetivamente, nossa experiência interna e que se acusam do ponto de vista objetivo como manifestações do funcionamento global do organismo humano ou, dito de outro modo, como ações da pessoa. A moderna psicologia não pretende, por conseguinte, estudar a essência mas os resultados da atividade psíquica e, para isso, baseia-se, como toda outra ciência natural, na observação e na experimentação, utilizando para a elaboração de seus dados os dois métodos lógicos fundamentais, a análise e a síntese, e comprovando a cada passo o valor de suas afirmações por meio do cálculo matemático, especialmente sob a forma do cálculo de correlação. 


Editora: LZ
Autor: Mira Y Lopez, Emilio
Edição:
Número de páginas: 422
                                                     

- Transtornos de Personalidade
  
Descrição: Este livro, assume o desafio de abordar o difícil e complexo tema dos transtornos da personalidade. Com base tanto em suas experiências clínicas como nos mais recentes estudos na área, esses autores apresentam, entre outros tópicos: a evolução do conceito de transtornos da personalidade, sua epidemiologia, os aspectos genéticos envolvidos, a neurobiologia e a avaliação psicológica; os transtornos da personalidade em crianças e adolescentes e em idosos; as principais comorbidades observadas; os tratamentos farmacológico e psicoterápico; os aspectos médico-legais, as perspectivas futuras.
Editora: Artmed  
Autores: Mario Rodrigues Louza Neto, Taki Athanassios Cordas
Origem: Nacional
Edição:
Número de páginas: 358
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